{"id":76,"date":"2010-10-23T23:09:56","date_gmt":"2010-10-23T23:09:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.evidencias.info"},"modified":"2013-11-26T13:03:12","modified_gmt":"2013-11-26T13:03:12","slug":"mudancas-nas-especies","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/?page_id=76","title":{"rendered":"Mudan\u00e7as nas Esp\u00e9cies"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"\/files\/perguntas-frequentes\/especies.jpg\" border=\"1\" alt=\"\" hspace=\"5\" vspace=\"5\" width=\"350\" height=\"252\" align=\"right\" \/><strong>1. O que s\u00e3o as &#8220;esp\u00e9cies do livro de G\u00eanesis&#8221;?<\/strong><br \/>\nA B\u00edblia n\u00e3o diz nada acerca das &#8220;esp\u00e9cies                do livro de G\u00eanesis&#8221;. Nela a express\u00e3o &#8220;segundo                a sua esp\u00e9cie&#8221; \u00e9 usada para descrever a variedade                de plantas e animais que Deus criou (G\u00eanesis 1), ou aquelas                que foram salvas na arca (G\u00eanesis 6:20), ou aquelas que s\u00e3o                limpas ou impuras para se comer (Lev\u00edticos 11). O termo &#8220;esp\u00e9cies                do livro de G\u00eanesis&#8221; foi proposto por criacionistas para                se referir \u00e0 id\u00e9ia de que Deus criou originalmente                muitos grupos separados de indiv\u00edduos que podiam cruzar entre                si, dos quais resultou a diversidade de plantas e animais que vivem                hoje <em><strong>(1)<\/strong><\/em>.<\/p>\n<p><strong>2. Deus mandou os animais se reproduzirem apenas                segundo a sua esp\u00e9cie?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 um tal mandamento. Procure isto                na B\u00edblia, se n\u00e3o acreditar.<\/p>\n<p><strong>3. Como explicamos a exist\u00eancia de predadores e criaturas                venenosas?<\/strong><br \/>\nA B\u00edblia n\u00e3o diz como se originaram, mas afirma que                a natureza mudou devido ao pecado de Ad\u00e3o (G\u00eanesis                3:14, 18; Romanos 8:20). Aparentemente, Ad\u00e3o foi criado para                ser um dos &#8220;filhos de Deus&#8221; (Lucas 3:38; J\u00f3 1:6).                Devido ao seu pecado, Ad\u00e3o perdeu o controle do mundo para                Satan\u00e1s (Jo\u00e3o 12:31; J\u00f3 1:6,7; J\u00f3 2:1,2).                Portanto, a preda\u00e7\u00e3o e outros males s\u00e3o responsabilidade                de Satan\u00e1s. Quando o mundo for restaurado, estas coisas n\u00e3o                mais existir\u00e3o (Isa\u00edas 11:6-9; Isa\u00edas 65:25;                Apocalipse 21:4; Apocalipse 22:3).<\/p>\n<p><strong>4. H\u00e1 algum limite para a mudan\u00e7a nas esp\u00e9cies?<\/strong><br \/>\nA B\u00edblia n\u00e3o aborda este ponto, mas a ci\u00eancia                mostra que as varia\u00e7\u00f5es s\u00e3o limitadas. N\u00e3o                existe um sistema para quantificar diferen\u00e7as morfol\u00f3gicas                entre esp\u00e9cies, de forma que os limites n\u00e3o podem                ser quantificados. Entretanto, milhares de experimentos t\u00eam                sido feitos por criadores e geneticistas e muita informa\u00e7\u00e3o                j\u00e1 foi acumulada. As esp\u00e9cies t\u00eam uma grande                capacidade para varia\u00e7\u00e3o e podem produzir novas variedades                e esp\u00e9cies, mas parece implaus\u00edvel que este tipo de                varia\u00e7\u00e3o possa se acumular para a produ\u00e7\u00e3o                de novos \u00f3rg\u00e3os ou novos planos corporais. Por outro                lado, a exist\u00eancia de predadores e parasitas sugere que algumas                esp\u00e9cies passaram por uma consider\u00e1vel mudan\u00e7a.                Ainda n\u00e3o foi completamente demonstrado o mecanismo destas                mudan\u00e7as <em><strong>(2)<\/strong><\/em>.<\/p>\n<p><strong>5. Qual \u00e9 a categoria taxon\u00f4mica que mais se aproxima                da categoria criada originalmente?<\/strong><br \/>\nPode n\u00e3o haver nenhuma resposta universal para esta pergunta.                Unidades taxon\u00f4micas, tais como g\u00eanero, fam\u00edlia,                ordem, etc., s\u00e3o definidas subjetivamente. N\u00e3o h\u00e1                uma medida quantitativa que possa servir para definir diferen\u00e7as                morfol\u00f3gicas entre esp\u00e9cies. Duas fam\u00edlias                de estrelas-do-mar s\u00e3o t\u00e3o semelhantes uma \u00e0                outra quanto duas fam\u00edlias de r\u00e9pteis ou duas fam\u00edlias                de algas? <em><strong>(3)<\/strong><\/em> Se algu\u00e9m quiser uma estimativa,                parece que fam\u00edlia pode ser uma boa aproxima\u00e7\u00e3o                para alguns grupos. Entretanto, isto deve ser considerado apenas                uma estimativa. Simplesmente, n\u00e3o sabemos a resposta.<\/p>\n<p><strong>6. As esp\u00e9cies podem mudar com rapidez suficiente para                produzir a biodiversidade atual num tempo relativamente curto?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o sabemos quanta mudan\u00e7a \u00e9 requerida para                explicar a presente biodiversidade porque desconhecemos o ponto                de partida. Os cientistas sabem que as esp\u00e9cies podem mudar                com muita rapidez <em><strong>(4)<\/strong><\/em>. A maioria das mudan\u00e7as                s\u00e3o pequenas, como as que podem distinguir uma esp\u00e9cie                ou um g\u00eanero. Se as mudan\u00e7as forem originadas por agentes                inteligentes, fica dif\u00edcil predizer os resultados.<\/p>\n<p><strong>7. Como explicamos as semelhan\u00e7as moleculares e gen\u00e9ticas                de seres humanos com os chimpanz\u00e9s?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o sabemos exatamente como as mol\u00e9culas de DNA regulam                a constru\u00e7\u00e3o de corpos, mas acreditamos que h\u00e1                uma rela\u00e7\u00e3o entre as seq\u00fc\u00eancias de DNA                e a forma e fun\u00e7\u00f5es do corpo. Se for assim, deve-se                esperar que corpos similares tenham seq\u00fc\u00eancias de DNA                similares. Portanto, pode-se esperar que seres humanos e chimpanz\u00e9s                tenham entre si uma similaridade de DNA maior do que com pinheiros,                por exemplo. Entretanto, as similaridades entre seres humanos e                chimpanz\u00e9s s\u00e3o not\u00e1veis, e \u00e9 compreens\u00edvel                que os evolucionistas as expliquem como o resultado de ancestralidade                comum <em><strong>(5)<\/strong><\/em>. De fato, as semelhan\u00e7as no DNA s\u00e3o                t\u00e3o grandes que se pergunta por que as duas esp\u00e9cies                s\u00e3o t\u00e3o diferentes. O que os faz diferentes? N\u00e3o                sabemos. A menos que apreendamos como as diferen\u00e7as entre                as esp\u00e9cies s\u00e3o produzidas, provavelmente n\u00e3o                entenderemos o significado das similaridades entre seres humanos                e chimpanz\u00e9s.<\/p>\n<p><strong>8. Que problemas n\u00e3o resolvidos sobre mudan\u00e7as                nas esp\u00e9cies s\u00e3o de maior preocupa\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nComo eram os animais originalmente criados? Por que os seres humanos                s\u00e3o t\u00e3o semelhantes a outros animais, especialmente                aos macacos?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>_________________<br \/>\nNotas para as perguntas sobre mudan\u00e7as nas esp\u00e9cies<\/em><\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> Marsh F. L. 1947. &#8220;Evolution, creation and science&#8221;.                2d edition. Washington DC: Review and Herald Publishing Assn. Nas                p\u00e1ginas 174-175, \u00e9 feita refer\u00eancia ao termo                &#8220;baramin&#8221;, um termo cunhado por Marsh anteriormente (ver                a nota de Marsh na p\u00e1g. 174).<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong> Ver: (a) Brand L. R., Gibson L. J. 1993. &#8220;An interventionist                theory of natural selection and biological change within limits&#8221;.                <em>Origins<\/em> 20:60-82; (b) Lester L. P., Bohlin R. G. 1984. &#8220;The                natural limits to biological change&#8221;. Grand Rapids, MI: Zondervan.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> Van Valen, L. 1973. &#8220;Are categories in phyla comparable?&#8221;                Taxon 22:333-359.<\/p>\n<p><strong>4.<\/strong> Os pseudogenes proporcionam um exemplo importante. Para                um ponto de vista evolucionista, ver: Max E. 1987. &#8220;Plagiarized                error and molecular genetics&#8221;.<em> Creation\/Evolution <\/em>6(9):34-45.                Para rea\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias, ver: (a) Gilbert G.                1992. &#8220;In search of Genesis and the pseudogene&#8221;. <em>Spectrum<\/em> 22(4):10-21; (b) Gibson L. J. 1994. &#8220;Pseudogenes and origins&#8221;.                <em>Origins<\/em> 21:91-108.<\/p>\n<p><strong>5.<\/strong> Os pseudogenes fornecem um exemplo importante. Ver um                ponto de vista evolucionista em: Max E. 1987. &#8220;Plagiarized                errors and molecular genetics&#8221;. <em>Creation\/Evolution <\/em>6(9):34-45.                Para uma opini\u00e3o contrastante, ver: (a) Gilbert G. 1992.                &#8220;In search of Genesis and the pseudogene&#8221;. <em>Spectrum<\/em> 22(4):10-21; (b) Gibson L. J. 1994. &#8220;Pseudogenes and origins&#8221;.                <em>Origins<\/em> 21:91-108.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. O que s\u00e3o as &#8220;esp\u00e9cies do livro de G\u00eanesis&#8221;? A B\u00edblia n\u00e3o diz nada acerca das &#8220;esp\u00e9cies do livro de G\u00eanesis&#8221;. 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