{"id":68,"date":"2010-10-23T23:05:27","date_gmt":"2010-10-23T23:05:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.evidencias.info"},"modified":"2013-11-26T13:03:12","modified_gmt":"2013-11-26T13:03:12","slug":"o-diluvio","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/?page_id=68","title":{"rendered":"O Dil\u00favio"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"\/files\/perguntas-frequentes\/Wave.jpg\" border=\"1\" alt=\"\" hspace=\"5\" vspace=\"5\" align=\"right\" \/><strong>1. De onde veio e para onde foi a \u00e1gua do dil\u00favio?<\/strong><br \/>\nOs oceanos cont\u00eam \u00e1gua suficiente para cobrir a Terra.                Se a superf\u00edcie da Terra fosse perfeitamente plana, sem montanhas                ou bacias oce\u00e2nicas, ela seria coberta por uma camada de \u00e1gua                com 3 km de profundidade <em><strong>(1)<\/strong><\/em>. H\u00e1 \u00e1gua                suficiente para inundar a Terra. Antes do dil\u00favio, certa                quantidade de \u00e1gua estava provavelmente nos mares, certa                quantidade na atmosfera e uma quantidade desconhecida de \u00e1gua                poderia ser subterr\u00e2nea. A maior parte da \u00e1gua est\u00e1                agora em bacias oce\u00e2nicas. \u00c9 poss\u00edvel que mais                \u00e1gua tenha sido acrescentada durante o dil\u00favio pela                colis\u00e3o de um ou mais cometas, que podem ser compostos em                grande parte de \u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>2. Como o dil\u00favio p\u00f4de encobrir o Monte Everest?<\/strong><br \/>\nDurante o dil\u00favio, a \u00e1rea onde est\u00e1 agora o                Monte Everest era uma bacia na qual sedimentos estavam se acumulando.                Isto \u00e9 mostrado pela presen\u00e7a de f\u00f3sseis marinhos                no Monte Everest <em><strong>(2)<\/strong><\/em>. Ap\u00f3s o soterramento dos                f\u00f3sseis, atividades catastr\u00f3ficas elevaram os sedimentos                a uma altura bem acima de sua posi\u00e7\u00e3o anterior, formando                as montanhas do Himalaia. A maioria das montanhas atuais pode ter-se                formado de maneira semelhante, durante o dil\u00favio ou logo                ap\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>3. Como a Terra poderia ser destru\u00edda por 40 dias e 40                noites de chuva?<\/strong><br \/>\nO dil\u00favio n\u00e3o consistiu apenas de 40 dias de chuva.                As \u00e1guas do dil\u00favio aparentemente n\u00e3o come\u00e7aram                a diminuir antes de 150 dias (G\u00eanesis 7:24). Outros 150 dias                se passaram antes que a arca pousasse (G\u00eanesis 8:3, 4). Dez                meses de inunda\u00e7\u00e3o cont\u00ednua provavelmente seriam                capazes de produzir grandes mudan\u00e7as geol\u00f3gicas na                superf\u00edcie da Terra. Em regi\u00f5es mais distantes do                ponto em que a arca pousou, o dil\u00favio pode ter durado bem                mais do que um ano.<\/p>\n<p>A \u00e1gua n\u00e3o foi o \u00fanico agente envolvido na                cat\u00e1strofe mundial. As camadas f\u00f3sseis cont\u00eam                mais de 100 crateras formadas por impactos de objetos extraterrestres                tais como aster\u00f3ides, meteoritos e cometas <strong><em>(3)<\/em><\/strong>.                A crosta terrestre passou por grandes modifica\u00e7\u00f5es                durante o dil\u00favio. Sem d\u00favida, a chuva teve um papel                importante, mas houve muito mais do que chuva na cat\u00e1strofe                conhecida como o dil\u00favio.<\/p>\n<p><strong>4. Como sabemos que o dil\u00favio foi mundial? Ele n\u00e3o                poderia ter sido restrito a algum lugar do Oriente M\u00e9dio?<\/strong><br \/>\nJesus usou o dil\u00favio como um exemplo do julgamento universal                (Mateus 24:37-38). Pedro confirma que apenas oito pessoas foram                salvas (II Pedro 2:5).<\/p>\n<p>As express\u00f5es do texto de G\u00eanesis parecem inconsistentes                com um dil\u00favio local <strong><em>(4)<\/em><\/strong>. A linguagem \u00e9                o mais universal poss\u00edvel: &#8220;&#8230; e cobriram todos os                altos montes que havia debaixo do c\u00e9u;&#8221; G\u00eanesis                7:19. Se a \u00e1gua cobriu os altos montes, iria tamb\u00e9m                cobrir as regi\u00f5es mais baixas. Como o prop\u00f3sito de                Deus era destruir todos os seres humanos (G\u00eanesis 6:7), o                dil\u00favio deveria necessariamente ter-se estendido pelo menos                a todas regi\u00f5es habitadas por seres humanos. Al\u00e9m                do mais, Deus prometeu que nunca mais ocorreria outro dil\u00favio                como aquele (G\u00eanesis 9:11, Isa\u00edas 54:9), como simbolizado                pelo arco-\u00edris (G\u00eanesis 9:13-17). Tem havido muitas                inunda\u00e7\u00f5es locais bastante destrutivas, que literalmente                varreram muitas pessoas. O arco-\u00edris \u00e9 visto em todo                mundo, indicando que a promessa se aplica a todo mundo. O dil\u00favio                do G\u00eanesis deve ter envolvido um n\u00edvel de atividade                diferente de qualquer coisa vista desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p>Se o dil\u00favio foi local, a hist\u00f3ria b\u00edblica                do dil\u00favio n\u00e3o faz sentido. N\u00e3o haveria necessidade                de uma arca para salvar No\u00e9 e seus animais. No\u00e9 poderia                ter migrado com seus animais para outra regi\u00e3o para evitar                o dil\u00favio local.<\/p>\n<p>Alguns t\u00eam afirmado que a presen\u00e7a de uma camada de                barro em algumas partes do vale da Mesopot\u00e2mia \u00e9 uma                evid\u00eancia de um dil\u00favio local. Entretanto, esta camada                de barro \u00e9 encontrada apenas em algumas das cidades. Sem                d\u00favida, a regi\u00e3o foi inundada alguma vez, mas isto                n\u00e3o tem nada a ver com o dil\u00favio dos tempos de No\u00e9                relatado em G\u00eanesis.<\/p>\n<p><strong>5. Que problemas n\u00e3o resolvidos sobre o dil\u00favio                s\u00e3o de maior preocupa\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nComo um evento catastr\u00f3fico conseguiu produzir a seq\u00fc\u00eancia                ordenada de f\u00f3sseis que \u00e9 observada? Por que os f\u00f3sseis                na parte inferior da coluna geol\u00f3gica parecem t\u00e3o                diferentes de qualquer coisa viva atualmente, enquanto os f\u00f3sseis                na parte superior da coluna s\u00e3o mais semelhantes \u00e0s                esp\u00e9cies que vivem agora? Por que alguns f\u00f3sseis se                apresentam numa s\u00e9rie morfol\u00f3gica que se ajusta, de                um modo geral, com a teoria da evolu\u00e7\u00e3o? Como as plantas                e animais chegaram ao local onde agora est\u00e3o ap\u00f3s                o dil\u00favio?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">____________________<br \/>\n<em>Notas para as perguntas sobre o dil\u00favio<\/p>\n<p>Sugerimos aos interessados em mais detalhes sobre o Dil\u00favio                a leitura do livro publicado pela SCB intitulado \u201cUma breve                hist\u00f3ria da Terra\u201d, de autoria do ge\u00f3logo criacionista                Dr. Nahor Neves de Souza J\u00fanior. <\/em><\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> Dubach H. W., Taber R. W. 1968. &#8220;Questions about                the oceans&#8221;. Publication G13. Washington DC: U.S. Naval Oceanographic                Office, p 35.<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong> Odell N. E. 1967. &#8220;The highest fossils in the world&#8221;.                <em>Geological Magazine<\/em> 104(1):73-74.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> (a) Grieve R. A .F. 1987. &#8220;Terrestrial impact structures&#8221;.                <em>Annual Review of Earth and Planetary Sciences<\/em> 15:245-270;                (b) Grieve R. A .F. 1990. &#8220;Impact cratering on the Earth&#8221;.                <em>Scientific American<\/em> 262(4):66-73; (c) Lewis F. S. 1996. &#8220;Rain                of iron and ice&#8221;. NY: Helix Books, Addison-Wesley Publishing;                (d) Gibson L. J. 1990. &#8220;A catastrophe with an impact&#8221;.<em> Origins <\/em>17:38-47.<\/p>\n<p><strong>4.<\/strong> (a) Hasel G. F. 1975. &#8220;The biblical view of the                extent of the flood&#8221;.<em> Origins <\/em>2:77-95; (b) Hasel G.                F. 1978. &#8220;Some issues regarding the nature and universality                of the Genesis flood narrative&#8221;. <em>Origins<\/em> 5:83-98; (c)                Davidson R. M. 1995. &#8220;Biblical evidence for the universality                of the Genesis Flood&#8221;. <em>Origins<\/em> 22:58-73.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. De onde veio e para onde foi a \u00e1gua do dil\u00favio? Os oceanos cont\u00eam \u00e1gua suficiente para cobrir a Terra. Se a superf\u00edcie da Terra fosse perfeitamente plana, sem montanhas ou bacias oce\u00e2nicas, ela seria coberta por uma camada de \u00e1gua com 3 km de profundidade (1). H\u00e1 \u00e1gua suficiente para inundar a Terra. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":30,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"no-sidebar.php","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-68","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/68","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=68"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/68\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":893,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/68\/revisions\/893"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/30"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=68"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}