{"id":449,"date":"2011-05-26T12:06:22","date_gmt":"2011-05-26T12:06:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/?page_id=449"},"modified":"2013-11-26T13:03:10","modified_gmt":"2013-11-26T13:03:10","slug":"filosofia-das-origens","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/?page_id=449","title":{"rendered":"FILOSOFIA DAS ORIGENS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em>Uma Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Controv\u00e9rsia Evolucionismo X Criacionismo<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Autor: <strong>Nahor Neves de Souza Jr<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Publicado:<strong> Acta Cient\u00edfica, 2.\u00ba semestre \u2013 2010,\u00a0 Volume 2, N\u00famero 19, pg. 9-22, UNASPRESS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<h2><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O bi\u00f3logo alem\u00e3o Ernst Mayr (1904 \u2013 2005), considerado o principal acad\u00eamico darwinista do s\u00e9culo XX, no final de sua intensa e extensa vida acad\u00eamica \u2013 700 artigos cient\u00edficos e 25 livros produzidos ao longo de 80 anos dedicados ao evolucionismo \u2013 escreveu com bastante lucidez seu \u00faltimo livro: \u201cBiologia, Ci\u00eancia \u00danica (2004)\u201d. Nesta publica\u00e7\u00e3o, Mayr exp\u00f5e algumas interessantes e surpreendentes id\u00e9ias sobre a filosofia da biologia, como por exemplo: <em>\u201cNenhum princ\u00edpio da biologia hist\u00f3rica jamais poder\u00e1 ser reduzido \u00e0s leis da f\u00edsica ou da qu\u00edmica\u201d<\/em>. Coerentemente com esta afirmativa, podemos ent\u00e3o deduzir que o reducionismo deveria ser ignorado na constru\u00e7\u00e3o de modelos biol\u00f3gicos das origens. No entanto, na teoria abiogen\u00e9tica da vida, dentre outros modelos evolucionistas, a correta proposi\u00e7\u00e3o de Mayr parece n\u00e3o ser respeitada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O longevo bi\u00f3logo evolucionista considera ainda, que a famigerada frase de Theodosius Dobzhansky <em>\u201cNada em Biologia faz sentido a n\u00e3o ser \u00e0 luz da evolu\u00e7\u00e3o\u201d <\/em>est\u00e1 correta apenas para a biologia n\u00e3o funcional ou hist\u00f3rica. <em> <\/em> Na realidade, o pr\u00f3prio Mayr, de maneira pouco ortodoxa, no mesmo livro em apre\u00e7o, subdivide a <span style=\"text-decoration: underline;\">filosofia da biologia<\/span> em dois ramos fundamentais que, em princ\u00edpio, n\u00e3o devem ser confundidos: um pertence \u00e0 <span style=\"text-decoration: underline;\">biologia funcional<\/span> (situa-se no campo das ci\u00eancias naturais) e o outro se refere \u00e0 <span style=\"text-decoration: underline;\">biologia hist\u00f3rica<\/span> (ou biologia evolucionista). Enquanto que na biologia funcional a experimenta\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e9 frequentemente utilizada, a biologia evolucionista \u00e9 caracterizada por cen\u00e1rios imagin\u00e1rios, narrativas hipot\u00e9ticas onde, evidentemente, a experimenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apropriada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00e1rios princ\u00edpios da biologia hist\u00f3rica \u2013 sele\u00e7\u00e3o natural, filogenia, especia\u00e7\u00e3o, etc. \u2013 segundo Mayr, dever\u00e3o ainda ser interpretados como conceitos e n\u00e3o leis naturais (que fundamentam as ci\u00eancias exatas). Mas, se a biologia hist\u00f3rica n\u00e3o pertence ao campo do empirismo cient\u00edfico, dever\u00edamos ent\u00e3o, em princ\u00edpio, ser capazes de identificar a verdadeira fonte de conhecimentos \u2013 de natureza, evidentemente, n\u00e3o cient\u00edfica \u2013 de onde s\u00e3o extra\u00eddos os referidos cen\u00e1rios imagin\u00e1rios. Muito embora o pr\u00f3prio evolucionista Mayr assinale a presen\u00e7a de uma componente n\u00e3o-cient\u00edfica, na constru\u00e7\u00e3o de modelos explicativos das origens, muitos cientistas relutam em admitir este real e necess\u00e1rio procedimento que, evidentemente, estar\u00e1 tamb\u00e9m presente na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento sobre as origens sob outras perspectivas (Criacionismo, <em>Design<\/em> Inteligente, etc.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na verdade, a ci\u00eancia com fundamento puramente emp\u00edrico constitui um ideal inating\u00edvel, especialmente quando se procura interpretar eventos passados \u00fanicos e irreproduz\u00edveis (origem da vida, das esp\u00e9cies, etc.). Neste sentido, o cientista, em suas atividades de pesquisa \u2013 mesmo sendo s\u00e9rio e competente \u2013 estar\u00e1 sendo guiado n\u00e3o apenas pela objetividade cient\u00edfica (ser\u00e1 que existe?), mas tamb\u00e9m estar\u00e1 sendo influenciado (direta ou indiretamente) pela sua pr\u00f3pria vis\u00e3o de mundo. Assim, quando se procura compreender prov\u00e1veis fen\u00f4menos pret\u00e9ritos (n\u00e3o vigentes ou desconhecidos), a assimila\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o cient\u00edfica \u2013 oriunda de conjecturas de natureza religiosa, filos\u00f3fica ou metaf\u00edsica \u2013 \u00e9 inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devemos ent\u00e3o admitir, honestamente, que n\u00e3o importa o quanto a ci\u00eancia venha a se desenvolver nos pr\u00f3ximos 100 ou 200 anos, seu campo de a\u00e7\u00e3o sempre ser\u00e1 limitado, tendo em vista as restri\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio m\u00e9todo cient\u00edfico. O cientista, por mais experiente e imparcial que seja, ter\u00e1 \u2013 mediante a percep\u00e7\u00e3o sensorial e emp\u00edrica \u2013 apenas uma vis\u00e3o incompleta da realidade total. No entanto, Infelizmente, com uma atitude triunfalista, muitos cientistas \u2013 mesmo tendo ultrapassado (inconscientemente) as fronteiras da pr\u00f3pria ci\u00eancia \u2013 no sentido de legitimar suas opini\u00f5es, utilizam a express\u00e3o \u201ca <span style=\"text-decoration: underline;\">ci\u00eancia<\/span> afirma isto ou aquilo\u201d, quando na realidade quem afirma \u00e9 o <span style=\"text-decoration: underline;\">pr\u00f3prio cientista<\/span>, sob forte influ\u00eancia de uma determinada estrutura conceitual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>ESTRUTURAS CONCEITUAIS<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 tarefa dif\u00edcil constatarmos uma significativa variedade de estruturas conceituais subjacentes ao <em>modus faciendi <\/em>acad\u00eamico. Por exemplo, a pr\u00f3pria hist\u00f3ria da ci\u00eancia moderna, desde os seus prim\u00f3rdios (s\u00e9culo XVI) at\u00e9 o presente s\u00e9culo, nos possibilita identificar a marcante presen\u00e7a de id\u00e9ias (originais ou modificadas) oriundas do pensamento grego.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As atuais cosmovis\u00f5es pass\u00edveis de reconhecimento, a partir do s\u00e9culo XIX (um s\u00e9culo de grandes transforma\u00e7\u00f5es paradigm\u00e1ticas), constituem o produto de determinadas estruturas conceituais precursoras que, por sua vez, podem ainda hoje ser identificadas no <em>establishment<\/em> cient\u00edfico (<strong>Figura 1<\/strong>). Na realidade, este quadro retrata apenas algumas dentre muitas outras estruturas conceituais. Mesmo neste contexto restritivo, as estruturas conceituais aqui mencionadas ser\u00e3o ainda abordadas de maneira bastante sucinta, tendo em vista os objetivos do presente trabalho (apenas uma breve introdu\u00e7\u00e3o a este t\u00e3o abrangente e complexo tema).<\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem1a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-465 aligncenter\" title=\"A\" src=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem1a.jpg\" alt=\"\" width=\"284\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem1a.jpg 284w, https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem1a-213x300.jpg 213w\" sizes=\"auto, (max-width: 284px) 100vw, 284px\" \/><\/a><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">A<\/h2>\n<\/div>\n<\/td>\n<td>\n<div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem1b.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-466 aligncenter\" title=\"B\" src=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem1b.jpg\" alt=\"\" width=\"446\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem1b.jpg 446w, https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem1b-300x269.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 446px) 100vw, 446px\" \/><\/a><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">B<\/h2>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<h4>Figura     1 \u2013 Estruturas Conceituais: Precursoras (A) e Atuais (B)<\/h4>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><em>Estruturas Conceituais Precursoras<\/em><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com exce\u00e7\u00e3o do Empirismo, todas as demais estruturas conceituais precursoras (lista \u00e0 esquerda da <strong>Figura 1<\/strong>) apresentam duas modalidades, com diferentes significados que, em princ\u00edpio, n\u00e3o devem ser confundidos. Os s\u00edmbolos, ou abrevia\u00e7\u00f5es, de cada uma destas estruturas conceituais, s\u00e3o \u00fateis para a composi\u00e7\u00e3o esquem\u00e1tica das cosmovis\u00f5es atuais. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>I<\/strong><strong>ab<\/strong><strong> \u2013 Empirismo:<\/strong> Importante paradigma da metodologia cient\u00edfica \u2013 eficazmente valorizado desde o s\u00e9culo XVI \u2013 que se limita \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o daquilo que \u00e9 pass\u00edvel de ser captado do mundo externo pelos sentidos, destacando-se a observa\u00e7\u00e3o isenta e cuidadosa e a experimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>II<\/strong><strong>a<\/strong><strong> \u2013 Teologia B\u00edblica:<\/strong> Procura identificar e caracterizar a exist\u00eancia, a natureza, os atributos e a interfer\u00eancia Divina na hist\u00f3ria humana e universal, segundo a pr\u00f3pria palavra de Deus revelada \u2013 a B\u00edblia. O Deus revelado no \u201cLivro dos livros\u201d (a B\u00edblia) \u00e9 o mesmo Deus que se revela no livro da natureza (Romanos 1: 19 e 20).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>II<\/strong><strong>b<\/strong><strong> \u2013 Teologia Natural:<\/strong> Proposta filos\u00f3fica que considera Deus em sua ess\u00eancia, em sua natureza, em seus atributos e em suas obras, tal como Ele pode ser reconhecido pela intelig\u00eancia humana, atrav\u00e9s dos fen\u00f4menos naturais. Neste caso, o \u00fanico instrumento cognitivo para se aproximar de Deus \u00e9 a raz\u00e3o humana (n\u00e3o a f\u00e9).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>III<\/strong><strong>a<\/strong><strong> \u2013 Naturalismo Metaf\u00edsico:<\/strong> Conhecimento das primeiras causas e dos princ\u00edpios do mundo natural, sob uma perspectiva exclusivamente ate\u00edsta da realidade. Neste sentido, toda a realidade poderia ser explicada mecanicamente, em termos de causas e leis naturais. Nega-se o supernatural. Portanto, a natureza \u00e9 tudo o que existe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>III<\/strong><strong>b<\/strong><strong> \u2013 Naturalismo Metodol\u00f3gico:<\/strong> O mundo natural \u00e9 pass\u00edvel de ser investigado de modo racional e sistematicamente. Assim, enfatiza-se a busca de compreens\u00e3o dos fen\u00f4menos observ\u00e1veis, mediante o m\u00e9todo cient\u00edfico, mas n\u00e3o se nega a possibilidade de que haja alguma realidade al\u00e9m daquela acess\u00edvel \u00e0 pesquisa emp\u00edrica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IV<\/strong><strong>a<\/strong><strong> \u2013 Heran\u00e7a Grega Aristot\u00e9lica:<\/strong> Na l\u00f3gica aristot\u00e9lica, os objetos naturais (s\u00e3o eternos) devem ser avaliados, essencialmente, n\u00e3o pela sua estrutura material, mas sim pelo princ\u00edpio orientador de um prop\u00f3sito (teleologia) ou objetivo racional (forma ou causa final), inerentemente ligado \u00e0 pr\u00f3pria mat\u00e9ria, que impele os processos naturais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IV<\/strong><strong>b<\/strong><strong> \u2013 Heran\u00e7a Grega Neo-Plat\u00f4nica:<\/strong> Nesta vis\u00e3o de mundo, todas as coisas s\u00e3o imbu\u00eddas de vida ou possuem uma alma. Considera-se o universo como um ser auto-criativo dotado de um princ\u00edpio passivo (mat\u00e9ria) e um princ\u00edpio ativo (esp\u00edrito universal racional) que habita no interior da mat\u00e9ria e dirige os processos naturais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>V<\/strong><strong>a<\/strong><strong> \u2013 Mecanicismo Teol\u00f3gico:<\/strong> Na filosofia mecanicista (vers\u00e3o original), as partes do universo se engrenam como os elementos de uma grande m\u00e1quina (ou rel\u00f3gio gigante) que, com sua regularidade, perman\u00eancia e previsibilidade, apontam para o Deus Criador (o \u201cRelojoeiro Perfeito\u201d) da teologia b\u00edblica \u2013 o \u201cGrande Engenheiro Mec\u00e2nico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>V<\/strong><strong>b<\/strong><strong> \u2013 Mecanicismo Materialista:<\/strong> Tentativa de se enquadrar a filosofia mecanicista no retrato materialista da raz\u00e3o cient\u00edfica. Elimina-se ent\u00e3o o conte\u00fado teol\u00f3gico original, deixando intactos apenas os conceitos mecanicistas.<\/p>\n<h3><strong><em>Estruturas Conceituais Atuais<\/em><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentre as possibilidades de associa\u00e7\u00e3o das estruturas conceituais precursoras, resultando nas atuais cosmovis\u00f5es, destacamos aquelas mais frequentemente mencionadas na literatura pertinente. As referidas associa\u00e7\u00f5es podem ser identificadas logo abaixo de cada uma das oito estruturas conceituais atuais (lista \u00e0 direita da <strong>Figura 1<\/strong>). Por exemplo, o Evolucionismo De\u00edsta \u00e9 caracterizado pela composi\u00e7\u00e3o de quatro princ\u00edpios precursores (Iab, IIb, IIIb, \u201cVa\u201d): o Empirismo, a Teologia Natural, o Naturalismo Metodol\u00f3gico e o \u201cMecanicismo Teol\u00f3gico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apenas uma estrutura conceitual precursora est\u00e1 presente em todas as estruturas conceituais atuais \u2013 o Empirismo. Ou seja, a metodologia cient\u00edfica pode ser eficazmente desenvolvida por qualquer cientista, independentemente de sua vis\u00e3o de mundo. \u00a0Podemos ent\u00e3o entender que a ci\u00eancia traduz uma linguagem universal que possibilita contatos produtivos, envolvendo, em muitos casos, pessoas com princ\u00edpios morais, religiosos ou filos\u00f3ficos totalmente diversos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A utiliza\u00e7\u00e3o de s\u00edmbolos \u201centre aspas\u201d significa a presen\u00e7a de uma estrutura conceitual precursora com seu significado modificado. Por exemplo, no Mecanicismo Teol\u00f3gico \u2013 na perspectiva do autor do presente artigo \u2013 os 11 primeiros cap\u00edtulos do livro de G\u00eanesis constituem narrativas hist\u00f3ricas, em harmonia com o texto b\u00edblico em sua totalidade. Assim, o relato da cria\u00e7\u00e3o (literal e n\u00e3o figurativo), da primeira semana de G\u00eanesis, revela os atos criativos do Grande Arquiteto. Neste sentido, tanto no Evolucionismo De\u00edsta e Te\u00edsta, como no Criacionismo Progressivo e Isl\u00e2mico, a divindade criadora do \u201cMecanicismo Teol\u00f3gico\u201d (\u201cVa\u201d) n\u00e3o se coaduna com o Deus Criador, Mantenedor e Restaurador, como apresentado na B\u00edblia, nem com a narrativa da cria\u00e7\u00e3o como exposta em G\u00eanesis 1 e 2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Das atuais estruturas conceituais, sem d\u00favida alguma, tr\u00eas se destacam (est\u00e3o sublinhadas na <strong>Figura 1<\/strong>): Evolucionismo Ate\u00edsta, <em>Design<\/em> Inteligente e Criacionismo (<strong>Figura 2<\/strong>). Antes de procedermos a alguns necess\u00e1rios esclarecimentos envolvendo a controv\u00e9rsia Criacionismo x Evolucionismo, conv\u00e9m explicar sucintamente as verdadeiras propostas do <em>Design<\/em> Inteligente. Esta interessante estrutura conceitual tem sido mal compreendida e, frequentemente, desvirtuada pela m\u00eddia.<\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-467\" title=\"2\" src=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem2.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"607\" srcset=\"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem2.jpg 700w, https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem2-300x260.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\">Figura     2 &#8211; Principais Estruturas Conceituais Atuais (esquema simplificado)<\/h4>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a proposta do <em>Design<\/em> Inteligente, a mente humana est\u00e1 plenamente apta para perceber a diferen\u00e7a entre acaso e des\u00edgnio, e esta percep\u00e7\u00e3o \u2013 de import\u00e2ncia fundamental nos acontecimentos cotidianos \u2013 \u00e9 frequentemente utilizada na investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, especialmente nas atividades de pesquisa experimental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, o <em>Design <\/em>Inteligente principia sua argumenta\u00e7\u00e3o com a seguinte quest\u00e3o: <em>Os objetos (por exemplo, os organismos biol\u00f3gicos) \u2013 mesmo que nada seja conhecido sobre sua origem \u2013 exibem caracter\u00edsticas, empiricamente detect\u00e1veis, que sinalizam com seguran\u00e7a a a\u00e7\u00e3o de uma causa inteligente?<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pr\u00f3prios proponentes dessa estrutura conceitual sugerem a melhor resposta para a referida pergunta que, por sua vez, constitui a premissa fundamental do <em>design<\/em> intencional: <em>Existem sistemas naturais que n\u00e3o podem ser explicados, adequadamente, em termos de for\u00e7as naturais n\u00e3o dirigidas e que apresentam caracter\u00edsticas que, em quaisquer outras circunst\u00e2ncias, n\u00f3s atribuir\u00edamos \u00e0 intelig\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa mesma intelig\u00eancia deixaria ent\u00e3o um rastro (assinatura) denominado \u201ccomplexidade especificada\u201d. Por um lado, a <span style=\"text-decoration: underline;\">complexidade<\/span> assegura que o sistema natural, em quest\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples que possa ser explicado facilmente por casualidade. A <span style=\"text-decoration: underline;\">especifica\u00e7\u00e3o<\/span>, por sua vez, garante que esse mesmo sistema exibe um tipo de padr\u00e3o que \u00e9 a marca registrada da intelig\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O <em>Design <\/em>Inteligente procura se limitar, exclusivamente, ao campo de atua\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia, ou seja, a origem da vida e dos organismos n\u00e3o \u00e9 considerada.\u00a0 A exist\u00eancia de \u201csistemas irredutivelmente complexos\u201d, identificados frequentemente na Biologia, representa um dos principais argumentos utilizado pelos adeptos deste modelo. Uma <span style=\"text-decoration: underline;\">complexidade irredut\u00edvel<\/span> pode ser traduzida por um sistema, cujas v\u00e1rias partes est\u00e3o inter-relacionadas de tal forma que, remover uma \u00fanica parte destruiria completamente a funcionalidade deste mesmo sistema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Evidentemente, os sistemas irredutivelmente complexos evocam intencionalidade ou planejamento (argumento teleol\u00f3gico), quer tenham sido constru\u00eddos de maneira gradual ou instantaneamente. Isto significa dizer que, os referidos sistemas (por exemplo, uma simples c\u00e9lula) n\u00e3o podem ter se desenvolvido mediante pequenas e sucessivas modifica\u00e7\u00f5es ao acaso (processo n\u00e3o-dirigido), o que contraria frontalmente as presum\u00edveis modifica\u00e7\u00f5es evolutivas progressivas (onde n\u00e3o se admitem metas, planos ou prop\u00f3sitos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os adeptos do <em>Design<\/em> Inteligente questionam, consistentemente, as principais afirmativas evolucionistas (origem espont\u00e2nea da vida, processos macroevolutivos, etc.). No entanto, n\u00e3o se promove a intuitiva liga\u00e7\u00e3o entre a causa (projetista) e o efeito (projeto), entre o planejador e as evid\u00eancias de planejamento, ou ainda entre o <em>designer<\/em> e o <em>design<\/em>. Outro importante fator limitador do <em>Design <\/em>Inteligente refere-se ao seu pr\u00f3prio campo de a\u00e7\u00e3o \u2013 restrito, praticamente, \u00e0s ci\u00eancias biol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>EVOLUCIONISMO<\/strong><strong> <\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando-se a extraordin\u00e1ria popularidade alcan\u00e7ada pelo Evolucionismo, podemos seguramente afirmar que seus principais postulados s\u00e3o frequente e didaticamente expostos pela literatura especializada, bem como divulgados insistentemente pela m\u00eddia em geral. Portanto, com exce\u00e7\u00e3o de alguns poucos coment\u00e1rios pertinentes a esta modesta contribui\u00e7\u00e3o ao tema, este autor julga n\u00e3o ser necess\u00e1rio um maior aprofundamento nas quest\u00f5es positivas, negativas ou mesmo pol\u00eamicas envolvendo a estrutura conceitual evolucionista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tendo em vista a insistente personaliza\u00e7\u00e3o darwiniana conferida \u00e0 cosmovis\u00e3o evolucionista moderna, seu significado se ajusta melhor (no contexto da <strong>Figura <\/strong>1) ao Evolucionismo Ate\u00edsta, traduzido aqui simplesmente como Evolucionismo. Poder\u00edamos ent\u00e3o definir esta estrutura conceitual como: <em>uma cosmovis\u00e3o onde ocorrem associa\u00e7\u00f5es intuitivas ou intencionais entre o conhecimento cient\u00edfico e o Naturalismo Metaf\u00edsico<\/em>. Na verdade, o Naturalismo Metaf\u00edsico \u2013 principal fonte de conhecimento n\u00e3o-cient\u00edfico utilizado na constru\u00e7\u00e3o de modelos sobre as origens \u2013 \u00e9 confundido ou amalgamado com a Metodologia Cient\u00edfica, de tal maneira, que a grande maioria dos pesquisadores ate\u00edstas ou evolucionistas, no campo das ci\u00eancias naturais, parece n\u00e3o ter consci\u00eancia desta realidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sele\u00e7\u00e3o natural, frequentemente, \u00e9 evocada como o principal mecanismo promotor das transforma\u00e7\u00f5es evolutivas. Ou seja, a sele\u00e7\u00e3o natural \u00e9 revestida de um poder criativo e construtivo extraordin\u00e1rio e ilimitado, muito superior a fant\u00e1stica habilidade art\u00edstica humana com seu espantoso potencial para a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Assim, de maneira estranha e il\u00f3gica, esse processo natural \u2013 involunt\u00e1rio e sem prop\u00f3sito \u2013 revelaria mais perspic\u00e1cia para planejar e selecionar, do que aquela verificada nas pr\u00f3prias a\u00e7\u00f5es humanas, mediante a sele\u00e7\u00e3o artificial e os seus sofisticados artefatos desenvolvidos com intelig\u00eancia e prop\u00f3sito. Este ent\u00e3o \u00e9 o motivo de incluir a Heran\u00e7a Grega Neo-Plat\u00f4nica (\u201cIVb\u201d) no contexto do pr\u00f3prio Evolucionismo Ate\u00edsta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Objetivando exemplificar o Evolucionismo, utilizaremos os argumentos defendidos pelo pr\u00f3prio bi\u00f3logo evolucionista Mayr (apresentados na introdu\u00e7\u00e3o do presente artigo). Com a finalidade de tornar o exemplo (constru\u00e7\u00e3o de um modelo explicativo da origem da vida \u2013 <strong>Figura 3<\/strong>) mais did\u00e1tico, adicionar-se-\u00e1 o conceito de hip\u00f3tese <em>ad hoc<\/em>.\u00a0 A fun\u00e7\u00e3o de uma hip\u00f3tese <em>ad hoc<\/em> (ou hip\u00f3tese auxiliar) tem como \u00fanico objetivo legitimar ou defender uma teoria, quando n\u00e3o se tem \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o elementos que possibilitem uma compreens\u00e3o objetiva e isenta da realidade.<\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-468 aligncenter\" title=\"3\" src=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem3.jpg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"309\" srcset=\"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem3.jpg 900w, https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem3-300x103.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a>Figura     3 \u2013 Modelo de Origem da Vida (Evolucionismo), inspirado em Mayr (2006)<\/h4>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deste modo, no referido modelo, a id\u00e9ia da abiog\u00eanese (vida surgindo a partir da mat\u00e9ria inorg\u00e2nica) \u2013 oriunda de um mundo pr\u00e9-bi\u00f3tico fict\u00edcio \u2013 constituiria um subproduto do Naturalismo Metaf\u00edsico. A tentativa de se reproduzir, experimentalmente, este mesmo cen\u00e1rio totalmente imagin\u00e1rio, utilizando apuradas e complexas t\u00e9cnicas de laborat\u00f3rio \u2013 experimento de Urey-Miller \u2013 justificaria a designa\u00e7\u00e3o \u201ccient\u00edfico\u201d para este experimento?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>CRIACIONISMO<\/strong><strong> <\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Utilizando-se o mesmo procedimento adotado para exemplificar o Evolucionismo, consideremos a interpreta\u00e7\u00e3o criacionista para a origem da vida. Na <strong>Figura 4<\/strong>, com o Conhecimento B\u00edblico no lugar do Naturalismo Metaf\u00edsico, os cen\u00e1rios imagin\u00e1rios da biologia hist\u00f3rica s\u00e3o substitu\u00eddos pela narrativa b\u00edblica da cria\u00e7\u00e3o. A hip\u00f3tese auxiliar emprestada do Movimento do <em>Design <\/em>Inteligente \u2013 <span style=\"text-decoration: underline;\">complexidade irredut\u00edvel<\/span> (j\u00e1 mencionada anteriormente) \u2013 tem desafiado muitos cientistas pela sua racionalidade e consist\u00eancia. A realidade de um Deus Criador \u00e9 colocada no lugar da abiog\u00eanese.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Curiosamente, o verdadeiro significado de Criacionismo \u2013 <em>cosmovis\u00e3o onde ocorrem associa\u00e7\u00f5es intuitivas ou intencionais entre o conhecimento b\u00edblico-hist\u00f3rico e o conhecimento cient\u00edfico<\/em> \u2013 parece n\u00e3o ser familiar para muitos criacionistas e, evidentemente, desconhecido para a grande maioria dos evolucionistas. Justifica-se ent\u00e3o um maior detalhamento sobre alguns princ\u00edpios defendidos pela estrutura conceitual criacionista, como descritos a seguir:<\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-469 aligncenter\" title=\"4\" src=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem4.jpg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"309\" srcset=\"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem4.jpg 900w, https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem4-300x103.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a>Figura     4 \u2013 Modelo de Origem da Vida (Criacionismo), inspirado em Mayr (2006)<\/h4>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\"><strong> I. <\/strong><strong>A B\u00edblia \u2013 a mais completa e confi\u00e1vel fonte de informa\u00e7\u00e3o:<\/strong> S\u00e3o muitas as evid\u00eancias dispon\u00edveis que conferem autenticidade ao \u201cLivro dos livros\u201d: profecias cumpridas com exatid\u00e3o; sua preserva\u00e7\u00e3o, praticamente intacta, ao longo dos s\u00e9culos; historicidade corroborada pela Arqueologia; etc. Assim, os relatos das origens e do Grande Cataclismo, como descritos no livro de G\u00eanesis, constituem verdades hist\u00f3ricas (II Tim\u00f3teo 3: 16 e 17).<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\"><strong> II. <\/strong><strong>Planejamento e prop\u00f3sito na origem do Universo:<\/strong> A totalidade da mat\u00e9ria presente no Universo \u2013 e as leis (inalter\u00e1veis ou permanentes) de intera\u00e7\u00e3o que a caracterizam \u2013 foram trazidas \u00e0 exist\u00eancia pelo Criador e constituem a manifesta\u00e7\u00e3o de Seu cont\u00ednuo prop\u00f3sito (Hebreus 11: 3). Crer no Criador do Universo n\u00e3o significa negar os processos naturais, mas sim um est\u00edmulo ou convite para o estudo e compreens\u00e3o das leis conservativas \u2013 criadas pelo pr\u00f3prio Deus \u2013 que regem o comportamento da mat\u00e9ria e dos corpos celestes.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\"><strong> III. <\/strong><strong>A Terra \u2013 o projeto perfeito de um planeta adequado \u00e0 vida: <\/strong>A verdadeira origem da vida, das esp\u00e9cies e do homem est\u00e1 claramente revelada na narrativa da 1\u00aa semana (literal), em G\u00eanesis 1 e 2. Na ocasi\u00e3o, s\u00e3o estabelecidas as leis e processos f\u00edsicos, qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos conservativos (destacando-se a capacidade de reprodu\u00e7\u00e3o), objetivando assegurar a continuidade dos organismos em nosso planeta. O <em>habitat<\/em> ed\u00eanico estava livre da atividade predat\u00f3ria. Os mecanismos de controle populacional s\u00e3o finamente (perfeitamente) ajustados. O equil\u00edbrio ecol\u00f3gico \u00e9 perfeito (<em>Projeto Ideal ou Plano \u201cA\u201d<\/em>). A natureza apresenta uma \u00fanica face \u2013 a <em><span style=\"text-decoration: underline;\">face bela<\/span><\/em> (G\u00ean. 2: 1-4).<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\"><strong> IV. <\/strong><strong>A investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u2013 um eficiente m\u00e9todo para a correta interpreta\u00e7\u00e3o dos fen\u00f4menos naturais: <\/strong>A exequibilidade do m\u00e9todo cient\u00edfico reside, principalmente, na curiosidade intelectual (inerentemente ligada \u00e0 pr\u00f3pria natureza do homem) e na possibilidade das in\u00fameras intera\u00e7\u00f5es racionais, entre a mente humana e os sistemas ordenados da natureza. O mundo de G\u00eanesis 1 e 2 \u00e9 muito bom \u2013 criado com intelig\u00eancia, sabedoria e prop\u00f3sito, pass\u00edvel ent\u00e3o de ser racionalmente perscrutado a fim de ser compreendido \u2013 nas suas mais variadas esferas e escalas, onde as leis naturais e os seus correspondentes princ\u00edpios e efeitos poderiam ser descobertos e estudados de modo objetivo (metodologia cient\u00edfica). At\u00e9 hoje, constatamos a impressionante e fina sintonia entre o fant\u00e1stico livro da natureza e as extraordin\u00e1rias aptid\u00f5es intelectuais do ser humano \u2013 criado \u00e0 imagem e semelhan\u00e7a de Deus (G\u00eanesis 1: 26 e 27) \u2013 com suas admir\u00e1veis descobertas cient\u00edficas e tecnol\u00f3gicas.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\"><strong> V. <\/strong><strong>A origem, n\u00e3o casual, dos processos degenerativos:<\/strong> Com a introdu\u00e7\u00e3o do pecado (G\u00eanesis 3) \u2013 na historia do planeta Terra \u2013 come\u00e7am ent\u00e3o a entrar em opera\u00e7\u00e3o processos degenerativos, resultando na consequente diminui\u00e7\u00e3o de complexidade e de ordem. A natureza passa a mostrar, pela primeira vez, uma segunda face \u2013 a <em><span style=\"text-decoration: underline;\">face disforme<\/span><\/em> (G\u00eanesis 3: 14 \u2013 19). Muta\u00e7\u00f5es g\u00eanicas come\u00e7am a ocasionar a perda de alguns padr\u00f5es de comportamento, criados inicialmente. Manifestam-se altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas adaptativas, visando \u00e0 perpetuidade dos seres vivos \u2013 reprodu\u00e7\u00e3o intensificada, desenvolvimento de habilidades tanto para o ataque ou captura como para a defesa ou escape, dentre muitos outros mecanismos de sobreviv\u00eancia. Inicia-se uma nova ordem ecol\u00f3gica, onde os predadores aparecem pela primeira vez. A nova cadeia alimentar \u00e9 ent\u00e3o caracterizada pelo ciclo de vida-morte.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\"><strong> VI. <\/strong><strong>Potencial para modifica\u00e7\u00f5es (dentro de limites) dos organismos \u2013 o significado de \u201cesp\u00e9cie biol\u00f3gica\u201d:<\/strong> Os organismos criados foram dotados com a capacidade de propaga\u00e7\u00e3o com modifica\u00e7\u00f5es, que tem resultado em um amplo leque de adapta\u00e7\u00f5es e especializa\u00e7\u00f5es dentro de tipos b\u00e1sicos (\u201cmicroevolu\u00e7\u00e3o\u201d). Esse <strong>tipo b\u00e1sico<\/strong> \u00e9 equivalente ao termo \u201cesp\u00e9cie\u201d utilizado repetidamente na narrativa b\u00edblica da cria\u00e7\u00e3o (G\u00eanesis 1 e 2). Assim, os <span style=\"text-decoration: underline;\">tipos b\u00e1sicos<\/span>, criados na semana da cria\u00e7\u00e3o, podem hoje ser correlacionados a unidades taxon\u00f4micas mais abrangentes (<em>G\u00eanero<\/em> e <em>Fam\u00edlia<\/em>), al\u00e9m da unidade b\u00e1sica \u2013 <em>Esp\u00e9cie<\/em>.\u00a0 Assim, a origem das \u201cesp\u00e9cies\u201d n\u00e3o estaria vinculada ao \u201ctronco\u201d de uma \u00fanica \u201c\u00e1rvore\u201d (Evolucionismo), mas sim a uma \u201cfloresta\u201d, cujos \u201ctroncos\u201d<strong> <\/strong>corresponderiam aos v\u00e1rios tipos b\u00e1sicos (<strong>Figura 5<\/strong>).<\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem5.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-470 aligncenter\" title=\"5\" src=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem5.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"543\" srcset=\"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem5.jpg 800w, https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem5-300x203.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a>Figura     5 \u2013 A origem das esp\u00e9cies (Criacionismo X Evolucionismo)<\/h4>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\"><strong> VII. <\/strong><strong>A coluna geol\u00f3gica e o registro f\u00f3ssil \u2013 evid\u00eancias de uma grande cat\u00e1strofe:<\/strong> A superf\u00edcie do planeta Terra foi total e radicalmente transformada, mediante a a\u00e7\u00e3o catastr\u00f3fica de <strong>Fen\u00f4menos Geol\u00f3gicos Globais<\/strong>, em um evento ocorrido ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o conhecido como Dil\u00favio \u2013 G\u00eanesis 6-8. Os efeitos do Grande Cataclismo podem ser perfeitamente identificados na pr\u00f3pria coluna geol\u00f3gica (\u201cCambriano\u201d ao \u201cNe\u00f3geno\u201d) e no correspondente registro f\u00f3ssil (<strong>Figura 6<\/strong>). A disposi\u00e7\u00e3o dos seres no Registro F\u00f3ssil retrata: a morte tr\u00e1gica e o soterramento r\u00e1pido e ordenado dos seres (Mobilidade Diferenciada); o sepultamento cont\u00ednuo e sequencial de plantas e animais (Flutuabilidade Seletiva), que antes viviam organizadamente distribu\u00eddos (Zoneamento Paleoecol\u00f3gico). Configura-se, imediatamente ap\u00f3s o Dil\u00favio, a import\u00e2ncia das mudan\u00e7as \u201cmicroevolutivas\u201d ou adaptativas, para o povoamento dos novos e variados ecossistemas rec\u00e9m estabelecidos (G\u00eanesis 7 e 8). \u00c9 nesse per\u00edodo, de r\u00e1pidas mudan\u00e7as (\u201cPleistoceno\u201d), que se estabeleceu a \u201cGrande Idade do Gelo\u201d e a forma\u00e7\u00e3o de alguns f\u00f3sseis, incluindo os humanos (<em>Homo erectus, Homo sapiens<\/em> <em>Neanderthalensis<\/em>, <em>Homo sapiens sapiens cro-magnon<\/em>, etc.).<\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem6.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-471 aligncenter\" title=\"6\" src=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem6.jpg\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"476\" srcset=\"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem6.jpg 696w, https:\/\/www.evidenciasonline.org\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/Imagem6-300x205.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><\/a><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\">Figura     6 \u2013 A Grande Cat\u00e1strofe (Livro: <em>Uma     Breve Hist\u00f3ria da Terra<\/em>)<\/h4>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px; text-align: justify;\"><strong>VIII. <\/strong><strong>Os atuais desastres naturais \u2013 uma chave para o passado e para o futuro: <\/strong>Os desastres geol\u00f3gicos recentes, se somados \u00e0 totalidade das cat\u00e1strofes naturais (com a interfer\u00eancia humana, ou n\u00e3o), configuram um quadro com tend\u00eancias nitidamente crescentes (aumento acelerado). Quais seriam as causas desta alarmante realidade? Existem meios humanos de interferir, visando a invers\u00e3o desta tend\u00eancia? Uma an\u00e1lise s\u00e9ria deste quadro \u00e9 de tr\u00edplice import\u00e2ncia:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px; text-align: justify;\">1 &#8211; As a\u00e7\u00f5es individuais e coletivas, no <span style=\"text-decoration: underline;\">presente<\/span>, objetivando o cuidado com o meio ambiente;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px; text-align: justify;\">2 &#8211; Os atuais eventos geol\u00f3gicos catastr\u00f3ficos (pontuais), como uma importante chave de um <span style=\"text-decoration: underline;\">passado<\/span> recente, caracterizado por uma \u00fanica e grande cat\u00e1strofe (global);<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px; text-align: justify;\">3 &#8211; O aumento dos desastres naturais, em geral, apontando para um evento <span style=\"text-decoration: underline;\">futuro<\/span>, aguardado por muitos como o maior acontecimento da hist\u00f3ria da humanidade \u2013 o retorno de Jesus Cristo a esta Terra (Lucas 21: 27 e 28). O planeta Terra no seu aspecto f\u00edsico ser\u00e1 totalmente restaurado, imediatamente ap\u00f3s o desfecho justo e misericordioso do grande conflito entre o bem e o mal (Apocalipse 20, 21 e 22). O atual e prec\u00e1rio \u201cequil\u00edbrio ecol\u00f3gico\u201d ser\u00e1 extinto. A <em>face disforme <\/em>da natureza ser\u00e1 totalmente extirpada. A natureza, novamente, mostrar\u00e1 apenas uma face \u2013 a <em>face bela<\/em> (Isa\u00edas 65: 17; Apocalipse 21: 1-7).<\/p>\n<h2><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A breve exposi\u00e7\u00e3o das bases epistemol\u00f3gicas do Evolucionismo e do Criacionismo, no presente trabalho, pode ser traduzida como um convite \u00e0 reflex\u00e3o e discuss\u00e3o de t\u00e3o importante tema. Na verdade, a necessidade de se aprimorar os conhecimentos concernentes \u00e0 controv\u00e9rsia Criacionismo x Evolucionismo n\u00e3o pode ser mais ignorada. O confronto entre as duas cosmovis\u00f5es deve ser considerado um assunto relevante, especialmente para aqueles diretamente envolvidos ou comprometidos com a educa\u00e7\u00e3o (em todos os n\u00edveis), com a filosofia, com a ci\u00eancia e\/ou com a B\u00edblia. Esta quest\u00e3o, como nunca, assume import\u00e2ncia decisiva, levando-se em conta:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>O atual estado do conhecimento cient\u00edfico, com destaque para os recentes avan\u00e7os nos campos da Geologia, Paleontologia, Gen\u00e9tica, Bioqu\u00edmica e outras \u00e1reas afins;<\/li>\n<li>A constata\u00e7\u00e3o de que algumas importantes linhas de pesquisa, com excelente potencial para novas descobertas e esclarecimentos (promoveriam verdadeiros progressos no campo das ci\u00eancias naturais), est\u00e3o sendo ignoradas.<\/li>\n<li>A exist\u00eancia de centenas de ilustres cientistas (dissidentes), professores e pesquisadores de conceituadas universidades e importantes institui\u00e7\u00f5es de pesquisas \u2013 Harvard University, MIT, Smithsonian Institution, Oxford University, University of Cambridge, University of California-Berkeley, Stanford University, Princeton University, University of Chicago, University of colorado, Academia de Ci\u00eancias Naturais da R\u00fassia, dentre outras \u2013 manifestando, publicamente, seu descontentamento ou ceticismo acerca da teoria da evolu\u00e7\u00e3o de Darwin;<\/li>\n<li>O fato de a reputa\u00e7\u00e3o, tanto da ci\u00eancia (ou dos cientistas) como da B\u00edblia (ou dos te\u00f3logos), estar sob s\u00e9rios questionamentos;<\/li>\n<li>A urgente necessidade de se desenvolver di\u00e1logos mais produtivos, dentro do poss\u00edvel, entre os proponentes do Evolucionismo e do Criacionismo.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, discuss\u00f5es acad\u00eamicas sobre temas ligados \u00e0s origens (da vida, dos f\u00f3sseis, do homem, dentre outros), onde essa importante controv\u00e9rsia se faz presente, deveriam ser promovidos com muito mais frequ\u00eancia. E, quando realizadas, seriam muito mais proveitosas se fossem desenvolvidas \u2013 com conhecimento de causa \u2013 em um f\u00f3rum n\u00e3o tendencioso onde, em nenhum momento, fosse adotada uma estrat\u00e9gia de intimida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqueles envolvidos nessa controv\u00e9rsia \u2013 n\u00e3o importa a natureza de suas convic\u00e7\u00f5es (criacionistas ou evolucionistas) \u2013 deveriam ter suficiente conhecimento cient\u00edfico, teol\u00f3gico e filos\u00f3fico, bem como a plena liberdade para expor suas id\u00e9ias. O ambiente universit\u00e1rio n\u00e3o seria o local ideal para eventos dessa natureza? Nesse sentido, as prestigiadas universidades p\u00fablicas e particulares deveriam ser as primeiras a demonstrar, efetivamente, a genu\u00edna flexibilidade intelectual ou liberdade de discuss\u00e3o, abrindo espa\u00e7o para que estas quest\u00f5es fossem debatidas democraticamente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">ALMEIDA FILHO, E. E. \u2013 <em>A Teoria do Design Inteligente.<\/em> Revista Criacionista \u2013 Sociedade Criacionista Brasileira. Ano 33 \u2013 N\u00ba 71 \u2013 2\u00ba semestre. P. 5-15. 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BEHE, M. \u2013 <em>A Caixa Preta de Darwin: O Desafio da Bioqu\u00edmica \u00e0 Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o<\/em>. \u2013 Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 1997.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CHALMERS, A. F. \u2013 <em>O que \u00e9 ci\u00eancia afinal?<\/em> Editora Brasiliense, 210p. 1993.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DARWIN, C. \u2013 <em>A Origem das Esp\u00e9cies. <\/em>Ediouro Publica\u00e7\u00f5es S.A. (tradu\u00e7\u00e3o Eduardo Fonseca), 517p. Rio de Janeiro. 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DAWKINS, R. \u2013 <em>\u201cO Relojoeiro Cego \u2013 A Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o Contra o Des\u00edgnio Divino\u201d. <\/em>Companhia das Letras \u2013 Editora Schwarcz Ltda., SP. 488p. 2003.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HOOYKAAS, R. \u2013 <em>A Religi\u00e3o e o Desenvolvimento da Ci\u00eancia Moderna<\/em>. Bras\u00edlia: Ed. Universidade de Bras\u00edlia. 196p. 1988.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HUXLEY, T. H. \u2013 <em>Darwiniana \u2013 A Origem das Esp\u00e9cies em Debate.<\/em> Madras Editora Ltda., SP. 252p. 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">JUNKER, R.; SCHERER S.- <em>Evolu\u00e7\u00e3o \u2013 Um Livro Texto Cr\u00edtico. <\/em>Editora Qualidade \u2013 Sociedade Criacionista Brasileira, Bras\u00edlia-DF. 328p. 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">KUHN, THOMAS S. \u2013 <em>A Estrutura das Revolu\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas.<\/em> Editora Perspectiva S.A.<em> <\/em>8\u00aa edi\u00e7\u00e3o \u2013 revista. 260p. 2003.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MAYR, E. \u2013 <em>Biologia, Ci\u00eancia \u00danica<\/em> \u2013 Editora Schwarcz LTDA (Companhia da Letras), SP, 266 p. 2006<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MONDIN, B. \u2013 <em>Quem \u00e9 Deus \u2013 Elementos de Teologia Filos\u00f3fica<\/em>. S\u00e3o Paulo: Ed. Paulus. 2\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. 2005.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PEARCEY, N. R.; THAXTON, C. B. \u2013 <em>A Alma da Ci\u00eancia \u2013 F\u00e9 Crist\u00e3 e Filosofia Natural. <\/em>Editora Cultura Crist\u00e3, S\u00e3o Paulo \u2013 SP. 348 p. 2005.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SOUZA JR, N. N. \u2013 <em>Uma Breve Hist\u00f3ria da Terra<\/em>, 2\u00aa Ed. Sociedade Criacionista Brasileira \u2013 Bras\u00edlia (DF). p. 207. 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SOUZA JR, N. N. \u2013 <em><a title=\"OS ATUAIS DESASTRES GEOL\u00d3GICOS: UMA CHAVE PARA O PASSADO E UMA CHAVE PARA O FUTURO\" href=\"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/?page_id=479\">Os Atuais Desastres Geol\u00f3gicos: Uma Chave para o Passado e para o Futuro.<\/a> <\/em>\u2013 Revista Parousia (FAT-UNASP), N\u00ba 1, Ano 9,\u00a0 p. 109-133. Engenheiro Coelho (SP). 2010.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Controv\u00e9rsia Evolucionismo X Criacionismo Autor: Nahor Neves de Souza Jr Publicado: Acta Cient\u00edfica, 2.\u00ba semestre \u2013 2010,\u00a0 Volume 2, N\u00famero 19, pg. 9-22, UNASPRESS INTRODU\u00c7\u00c3O O bi\u00f3logo alem\u00e3o Ernst Mayr (1904 \u2013 2005), considerado o principal acad\u00eamico darwinista do s\u00e9culo XX, no final de sua intensa e extensa vida acad\u00eamica \u2013 700 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":22,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"no-sidebar.php","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-449","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/449","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=449"}],"version-history":[{"count":19,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/449\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":853,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/449\/revisions\/853"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/22"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=449"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}