{"id":412,"date":"2011-05-03T13:37:27","date_gmt":"2011-05-03T13:37:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.evidenciasonline.org\/?page_id=412"},"modified":"2013-11-26T13:03:11","modified_gmt":"2013-11-26T13:03:11","slug":"proteinas-em-fosseis","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/?page_id=412","title":{"rendered":"Prote\u00ednas em f\u00f3sseis"},"content":{"rendered":"<p>Em geral, f\u00f3sseis s\u00e3o tidos como muito antigos. A geologia moderna lhes atribui milh\u00f5es de anos, baseando-se em duvidosas dedu\u00e7\u00f5es radiom\u00e9tricas. Mas a data\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica n\u00e3o \u00e9, e nem deve ser, a palavra final em data\u00e7\u00e3o. H\u00e1 diversas outras maneiras de se determinar se um f\u00f3ssil \u00e9 antigo ou n\u00e3o, e o conjunto de evid\u00eancias deve falar mais alto do que uma suposta evid\u00eancia, quando tomada de forma isolada do resto.<\/p>\n<p>Algo que, nos \u00faltimos anos, tem se tornado mais e mais popular \u00e9 a busca por prote\u00ednas nos f\u00f3sseis que eram considerados como totalmente ausentes destes compostos de alta energia (prote\u00ednas, lip\u00eddeos, carbohidratos, s\u00e3o todos altos em energia e tendem a ser reciclados rapidamente por bact\u00e9rias e por processos inorg\u00e2nicos). Um dos principais exemplos destas fascinantes descobertas se deu em 2005, quando a pesquisadora Mary Schweitzer, da Universidade da Carolina do Norte, descobriu tecido ainda mole em um osso do Tiranossauro-rex, que, supostamente, tinha mais de 65 milh\u00f5es de anos. Esta descoberta chocou a comunidade cient\u00edfica, sendo publicada em um dos jornais cient\u00edficos mais conhecidos e de maior fator de impacto: a revista <em>Science<\/em>. Muitos indagaram acerca da veracidade da descoberta. Imaginavam que poderia haver uma fraude, que um erro houvesse acontecido, que houve falha no processo de pesquisa; mas nada disso aconteceu. Logo em seguida \u00e0quela descoberta, outras descobertas, feitas por laborat\u00f3rios diferentes, e trabalhando de forma independente um do outro, come\u00e7aram a revelar mais e mais deste assunto antes desconhecido. Desconhecido n\u00e3o por falta de parte dos f\u00f3sseis, mas por falta de busca por prote\u00ednas nos f\u00f3sseis de parte dos cientistas.<\/p>\n<p>Por que n\u00e3o houve previamente uma procura por tais compostos nos f\u00f3sseis? A resposta \u00e9 muito simples, por\u00e9m tr\u00e1gica: \u00e9 devido \u00e0 pris\u00e3o, imposta pela teoria evolucionista, que muitas pesquisas nunca se realizam, ou se realizam muito tardiamente. Segundo a teoria evolucionista, os f\u00f3sseis dos dinossauros pesquisados j\u00e1 haviam morrido h\u00e1 mais de 65 milh\u00f5es de anos. Assim, seria inutil gastar tempo buscando por materiais que logo desaparecem, em f\u00f3sseis t\u00e3o velhos. Para a teoria evolucionista, estes f\u00f3sseis n\u00e3o poderiam conter tais prote\u00ednas, pois elas j\u00e1, h\u00e1 muito, teriam desaparecido nos long\u00ednquos recessos do tempo.<\/p>\n<p>Uma falsa suposi\u00e7\u00e3o da teoria impediu, por d\u00e9cadas, a descoberta deste fascinante assunto, at\u00e9 que, em 2005, algu\u00e9m teve a coragem de ir contra a suposi\u00e7\u00e3o fal\u00e1cea da teoria dominante, e gastar o tempo lutando contra a pr\u00f3pria esperan\u00e7a, em busca de descobrir a realidade, independentemente do que a teoria dissesse.<\/p>\n<p>Os avan\u00e7os da pesquisa na \u00e1rea posteriores a 2005 revelam um enorme problema na teoria evolucionista. Estas subst\u00e2ncias de alto valor energ\u00e9tico s\u00e3o encontradas em muitos f\u00f3sseis que, segundo a teoria, n\u00e3o deveriam ter nada disso. Os f\u00f3sseis apresentam sinais de serem mais recentes do que a teoria afirma. N\u00e3o somente por apresentarem tecidos ainda moles, mas tamb\u00e9m por trazerem estruturas que n\u00e3o deveriam estar l\u00e1, se a teoria evolucionista estivesse correta na quest\u00e3o de tempo. V\u00e1rios destes f\u00f3sseis ainda cont\u00e9m c\u00e9lulas, liga\u00e7\u00f5es de tend\u00f5es, prote\u00ednas, lip\u00eddeos, a\u00e7\u00facares, e isto em grande quantidade. Recentes publica\u00e7\u00f5es t\u00eam revelado sequ\u00eancias proteicas em f\u00f3sseis de at\u00e9 supostos 80 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>Uma recente descoberta adiciona \u00e0 lista de f\u00f3sseis &#8220;excepcionalmente preservados&#8221; o grupo de baleias. Na Forma\u00e7\u00e3o Pisco, no Peru, h\u00e1 uma surpreendente concentra\u00e7\u00e3o de baleias f\u00f3sseis. Em um dos montes, chamado &#8220;Cerro Ballena&#8221; [monte baleia], pesquisadores da Universidade de Loma Linda, situada na Calif\u00f3rnia, conseguiram contar cerca de 346 baleias f\u00f3sseis total ou parcialmente preservadas. O grau de preserva\u00e7\u00e3o \u00e9 alto. Os ossos ainda est\u00e3o em sua posi\u00e7\u00e3o anat\u00f4mica original e as barbas de baleia ainda est\u00e3o anexadas \u00e0 estrutura bucal. Em uma an\u00e1lize mais minusciosa no laborat\u00f3rio, c\u00e9lulas, vasos sangu\u00edneos, e at\u00e9 mesmo evid\u00eancia prot\u00e9ica foram encontrados. Isso revela que as baleias, de supostos 10 milh\u00f5es de anos, apresentam evid\u00eancias que, em realidade, t\u00eam apenas alguns poucos mil anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em geral, f\u00f3sseis s\u00e3o tidos como muito antigos. A geologia moderna lhes atribui milh\u00f5es de anos, baseando-se em duvidosas dedu\u00e7\u00f5es radiom\u00e9tricas. Mas a data\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica n\u00e3o \u00e9, e nem deve ser, a palavra final em data\u00e7\u00e3o. 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