{"id":268,"date":"2010-10-28T18:27:05","date_gmt":"2010-10-28T18:27:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.evidencias.info"},"modified":"2013-11-26T13:03:11","modified_gmt":"2013-11-26T13:03:11","slug":"como-a-superficie-da-terra-foi-alterada-pelo-diluvio","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/?page_id=268","title":{"rendered":"14. Como a Superf\u00edcie da Terra foi Alterada pelo Dil\u00favio"},"content":{"rendered":"<p><strong>Declara\u00e7\u00f5es de 1864 <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>O In\u00edcio do Grande Dil\u00favio \u2014 <\/strong>Mas, ao oitavo<strong> <\/strong>dia o c\u00e9u escureceu. O ribombo do trov\u00e3o e o v\u00edvido resplendor dos rel\u00e2mpagos come\u00e7aram a terrificar os homens e animais. A chuva ca\u00eda das nuvens sobre eles. Isto era algo que nunca tinham visto, e seu cora\u00e7\u00e3o desmaiava de temor. Os animais estavam vagueando de um lado para outro no mais desenfreado terror, e seus gritos discordantes pareciam lamentar seu pr\u00f3prio destino e a sorte dos homens. A viol\u00eancia da tempestade aumentou at\u00e9 que a \u00e1gua parecia cair do c\u00e9u como poderosas cataratas. As margens dos rios se rompiam, e as \u00e1guas inundavam os vales. Os fundamentos do grande abismo tamb\u00e9m se partiram. Jatos de \u00e1gua irrompiam da Terra com for\u00e7a indescrit\u00edvel, arremessando pedras maci\u00e7as a muitos metros para o ar, que ao ca\u00edrem, sepultavam-se profundamente no solo. <strong>3 SG, p\u00e1gs. 68-69 (1SP, p\u00e1gs. 72-73), HR, p\u00e1g. 67.<\/strong><\/p>\n<p>O povo viu a princ\u00edpio a destrui\u00e7\u00e3o das obras de suas m\u00e3os. Seus espl\u00eandidos edif\u00edcios e os belos jardins e bosques em que haviam colocado seus \u00eddolos. Tudo era destru\u00eddo pelos raios do c\u00e9u, e as ru\u00ednas se espalhavam extensamente.<\/p>\n<p>A viol\u00eancia da tempestade aumentava, e os lamentos das pessoas que haviam desprezado a autoridade de Deus misturavam-se em desespero. \u00c1rvores, edif\u00edcios, pedras e terra eram espalhados por todos os lados. O terror do homem e dos animais era indescrit\u00edvel e at\u00e9 mesmo o pr\u00f3prio Satan\u00e1s, que fora obrigado a permanecer no meio dos elementos em f\u00faria, temeu pela sua exist\u00eancia &#8230;<\/p>\n<p>Os animais, expostos \u00e0 tempestade, lan\u00e7avam-se sobre o homem, escolhendo estar com os humanos, como que a esperar deles aux\u00edlio. Alguns dentre o povo amarraram seus filhos e a si mesmos em cima de animais poderosos, sabendo que estes tinham grande apego \u00e0 vida, e subiriam aos pontos mais altos para escaparem das \u00e1guas que se elevavam. A tormenta n\u00e3o diminu\u00eda a sua f\u00faria \u2014 as \u00e1guas avolumavam-se mais e mais r\u00e1pido do que no in\u00edcio. Alguns ataram-se a \u00e1rvores altas, mas as \u00e1rvores foram desarraigadas e jogadas com viol\u00eancia pelos ares, como que arremessadas com f\u00faria entre pedras e terra nas \u00e1guas agitadas que quase j\u00e1 alcan\u00e7avam os pontos mais altos da Terra. As montanhas mais altas foram alcan\u00e7adas e homens e animais igualmente pereceram nas \u00e1guas do dil\u00favio.<\/p>\n<p><strong>A Terra no T\u00e9rmino do Dil\u00favio \u2014 <\/strong>Toda a superf\u00edcie terrestre ficou transformada com o dil\u00favio. Uma terceira maldi\u00e7\u00e3o terr\u00edvel repousava sobre ela agora em consequ\u00eancia da transgress\u00e3o do homem. As belas \u00e1rvores e arbustos carregados de flor foram destru\u00eddos, mas No\u00e9 preservou sementes e as levou consigo para a arca. Deus, com Seu poder miraculoso, manteve vivas algumas esp\u00e9cies dos diferentes tipos de \u00e1rvores e arbustos para a posteridade. Logo ap\u00f3s o dil\u00favio, as \u00e1rvores e plantas pareciam brotar das muitas rochas. Pela provid\u00eancia divina, as sementes foram espalhadas, introduzindo-se nas fendas das rochas e l\u00e1 em seguran\u00e7a, esconderam-se para o benef\u00edcio futuro da humanidade.<\/p>\n<p>As \u00e1guas haviam subido quinze c\u00f4vados acima das mais altas montanhas. O Senhor lembrou-se de No\u00e9 e assim que as \u00e1guas diminu\u00edram, Ele p\u00f4s a arca a salvo no topo de uma cadeia de montanhas, as quais Deus, em Seu poder, havia preservado e mantido est\u00e1veis atrav\u00e9s da violenta tempestade. Estas montanhas tinham pouca dist\u00e2ncia entre si e a arca girou e permaneceu sobre uma delas, e depois sobre outra; e n\u00e3o mais foi impelida para o oceano sem limites, o que causou grande alivio a No\u00e9 e a todos na arca. Quando as montanhas e colinas come\u00e7aram a aparecer estavam despeda\u00e7adas e irregulares e tudo ao redor parecia um mar amea\u00e7ador e lamacento.<\/p>\n<p><strong>O Soterramento de Animais e Plantas ap\u00f3s o Dil\u00favio \u2014 <\/strong>Na \u00e9poca do dil\u00favio, pessoas e animais juntaram-se nos pontos mais altos da Terra e quando as \u00e1guas baixaram, cad\u00e1veres permaneceram sobre as altas montanhas, colinas e plan\u00edcies. Sobre a superf\u00edcie terrestre havia corpos de homens e animais, mas Deus n\u00e3o deixaria que estes permanecessem sobre a face da Terra decompondo-se e poluindo a atmosfera; fez, portanto, da Terra um vasto cemit\u00e9rio. Um vento violento que fez soprar com o fim de enxugar as \u00e1guas, removeu-os com grande for\u00e7a, levando mesmo em alguns casos os cumes das montanhas, e amontoando \u00e1rvores, pedras e terra em cima dos corpos dos mortos. Estas montanhas e colinas aumentaram em tamanho e tornaram-se mais irregulares na forma pelo agrupamento de pedras, cordilheiras, \u00e1rvores e pela terra que se acumulara sobre e ao redor delas. A madeira e as pedras preciosas, a prata e o ouro que tinham enriquecido e embelezado o mundo antes do dil\u00favio e que os habitantes tinham idolatrado, afundaram sob a superf\u00edcie terrestre. As \u00e1guas que tinham eclodido com for\u00e7a indescrit\u00edvel moveram terra e rochas e as empilharam sobre os tesouros da Terra, que foram escondidos da vista e alcance dos homens, e nalguns casos formando mesmo montanhas sobre eles &#8230;<\/p>\n<p>As magn\u00edficas montanhas de formas regulares haviam desaparecido. Pedras, cordilheiras e rochas pedregosas, que no passado estavam fora da vista humana, apareceram sobre alguns pontos da Terra. Onde outrora havia montanhas e colinas, nenhum vest\u00edgio delas se via. E onde havia belas plan\u00edcies cobertas com verdor e plantas formosas, colinas e montanhas foram formadas de pedras, \u00e1rvores e terra sobre os corpos de homens e animais. A superf\u00edcie toda da Terra apresentava uma apar\u00eancia de desordem e algumas partes ficaram mais desfiguradas do que outras. Onde estiveram os mais ricos tesouros da Terra, em ouro, prata e pedras preciosas, viam-se os mais acentuados ind\u00edcios da maldi\u00e7\u00e3o. E sobre os territ\u00f3rios que n\u00e3o eram habitados, e aqueles em que houvera o menor n\u00famero de crimes, a maldi\u00e7\u00e3o repousou mais brandamente.<\/p>\n<p>Antes do dil\u00favio havia imensas florestas. As \u00e1rvores eram muitas vezes maiores que qualquer \u00e1rvore que vemos hoje e eram de grande durabilidade e n\u00e3o experimentariam a decad\u00eancia por muitos anos. Naquela \u00e9poca, essas florestas foram despeda\u00e7adas ou danificadas e enterradas na terra. Em alguns lugares, grandes quantidades dessas imensas \u00e1rvores foram arremessadas juntas e cobertas com pedras e terra pela viol\u00eancia do dil\u00favio. Estas foram, depois, transformadas em carv\u00e3o, for mando as extensas camadas carbon\u00edferas que hoje existem, e tamb\u00e9m fornecendo grande quantidade de \u00f3leo. <strong>3 SG, p\u00e1gs. 76-79 (1SP, p\u00e1gs. 79-82).<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Arca por Si Mesma N\u00e3o Teria Subsistido \u00e0 Viol\u00eancia do Dil\u00favio<\/strong> \u2014 A arca foi feita de cipreste, madeira que n\u00e3o experimentaria a decad\u00eancia por centenas de anos. Foi uma constru\u00e7\u00e3o de grande durabilidade que sabedoria humana alguma poderia imitar. Deus foi o arquiteto e No\u00e9, o seu construtor. Depois que No\u00e9 tinha usado toda a sua for\u00e7a para fazer cada parte da obra de forma correta, era imposs\u00edvel que a arca pudesse por si mesma resistir a viol\u00eancia da tempestade que Deus em sua ira traria sobre a Terra. A obra de acabamento da constru\u00e7\u00e3o foi um processo lento e cada peda\u00e7o de madeira foi ajustado com aten\u00e7\u00e3o e cada fresta coberta com piche. Tudo que o homem podia fazer se fez para tornar o trabalho perfeito e depois de tudo, unicamente Deus, atrav\u00e9s de Seu miraculoso poder, poderia proteger a constru\u00e7\u00e3o das violentas e pesadas ondas. <strong>3SG, p\u00e1g. 66<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>As Rea\u00e7\u00f5es dos Animais na Arca contra a F\u00faria do Dil\u00favio<\/strong> \u2014 A arca foi violentamente sacudida e golpeada. Os animais dentro dela expressavam seu terror selvagem atrav\u00e9s de v\u00e1rios ru\u00eddos, e em meio a toda luta, agita\u00e7\u00e3o das \u00e1guas e os arremessos de \u00e1rvores e rochas, a arca seguiu em seguran\u00e7a. Os anjos, que excedem em for\u00e7a, guiaram a arca e preservaram-na de ser danificada. Cada momento, durante a assustadora tempestade de quarenta dias e quarenta noites, a prote\u00e7\u00e3o da arca foi um milagre da for\u00e7a todo-poderosa. <strong>3 SG, p\u00e1g. 71<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Declara\u00e7\u00f5es de 1890<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O In\u00edcio do Grande Dil\u00favio<\/strong> \u2014 Ap\u00f3s o oitavo dia, nuvens escuras cobriram os c\u00e9us. Ent\u00e3o, se seguiram os estrondos dos trov\u00f5es e os clar\u00f5es dos rel\u00e2mpagos. Logo grandes gotas de chuva come\u00e7aram a cair. O mundo nunca tinha testemunhado nada como aquilo, e o cora\u00e7\u00e3o dos homens se encheu de medo. Todos estavam se perguntado em seu \u00edntimo: \u201cSer\u00e1 que No\u00e9 estava certo, e o mundo est\u00e1 condenado \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o?\u201d A escurid\u00e3o aumentava nos c\u00e9us, e a chuva ca\u00eda mais rapidamente. Os animais corriam de um lado para o outro em fren\u00e9tico terror, e os dissonantes gritos lamentavam o pr\u00f3prio destino e a sorte do homem. Ent\u00e3o \u201cas fontes do grande abismo\u201d foram \u201cquebradas, e as janelas dos c\u00e9us foram abertas\u201d. A \u00e1gua desceu das nuvens como grandes cachoeiras.<\/p>\n<p>Os rios extravasaram seus limites e inundaram os vales. Jatos de \u00e1gua eclodiram da Terra com for\u00e7a indescrit\u00edvel, arremessando rochas maci\u00e7as de centenas de quilos ao ar, e estas, ao cair, se enterram no ch\u00e3o.<\/p>\n<p>As pessoas observaram primeiro a destrui\u00e7\u00e3o das obras de suas m\u00e3os. Seus espl\u00eandidos edif\u00edcios e os belos jardins e pomares que tinham dedicado aos \u00eddolos foram destru\u00eddos pelos rel\u00e2mpagos do c\u00e9u, e as ru\u00ednas foram espalhadas completamente para bem longe.<\/p>\n<p>Como a viol\u00eancia da tempestade crescia, \u00e1rvores, edif\u00edcios, rochas e terra foram arremessadas em todas as dire\u00e7\u00f5es. O terror dos homens e dos animais se tornou indescrit\u00edvel. Acima do estrondo da tempestade foi ouvido o lamento das pessoas que desprezaram a autoridade de Deus. Satan\u00e1s mesmo, que foi obrigado a permanecer em meio \u00e0 cat\u00e1strofe, temeu por sua pr\u00f3pria exist\u00eancia &#8230;<\/p>\n<p>Os animais, expostos \u00e0 tempestade, investiam contra os homens, como se estivessem esperando que estes os ajudassem. Algumas pessoas colocavam seus filhos e se atiravam sobre os animais, sabendo que estes eram obstinados e lutariam pela vida, e subiriam os mais altos pontos, para escapar das \u00e1guas. Alguns subiam nas altas \u00e1rvores no alto das colinas e montanhas, mas as \u00e1rvores eram arrancadas e lan\u00e7adas no turbilh\u00e3o agitado. Um lugar ap\u00f3s o outro que prometia seguran\u00e7a foi abandonado. Como as \u00e1guas subiam mais e mais, as pessoas procuravam por ref\u00fagio no alto das montanhas. Por v\u00e1rias vezes o homem e o animal lutaram juntos por um lugar onde se apoiar, at\u00e9 que ambos foram varridos para longe. <strong>PP, p\u00e1gs. 99-100.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mudan\u00e7as na Superf\u00edcie da Terra ap\u00f3s o Dil\u00favio \u2014 <\/strong>A superf\u00edcie inteira da Terra foi mudada pelo dil\u00favio. Uma terceira maldi\u00e7\u00e3o caiu sobre a consequ\u00eancia do pecado. Embora as \u00e1guas come\u00e7aram a baixar, as colinas e montanhas foram cercadas por corpos mortos humanos e de animais espalhados por todo lugar. O Senhor n\u00e3o permitiria que estes permanecessem a se decompor e poluir o ar, por isso Ele fez da Terra um grande cemit\u00e9rio. Um vento muito forte soprou com o prop\u00f3sito de secar as \u00e1guas e moveu com grande for\u00e7a, em alguns momentos carregando at\u00e9 os cumes das montanhas &#8230; e amontoando as \u00e1rvores, rochas e terra sobre os corpos. Da mesma forma, a prata e o ouro, as melhores madeiras e as pedras preciosas, com as quais tinha enriquecido e adornado o mundo antes do dil\u00favio, e as quais seus habitantes tinham idolatrado, foram ocultadas da vista e do alcance dos homens, e a a\u00e7\u00e3o violenta das \u00e1guas amontoou terra e rochas sobre estes tesouros, algumas vezes at\u00e9 formando montanhas sobre eles.<\/p>\n<p>A Terra apresentava uma apar\u00eancia de confus\u00e3o e desola\u00e7\u00e3o dif\u00edcil de descrever. As montanhas, que uma vez foram t\u00e3o belas em suas perfeitas simetrias, se tornaram quebradas e irregulares. Pedras, pontas de rochas e rochas quebradas estavam agora misturadas sobre a superf\u00edcie da Terra. Em muitos lugares, colinas e montanhas tinham desaparecido, n\u00e3o deixando tra\u00e7os de que estiveram ali; as plan\u00edcies deram lugar a cordilheiras. Estas mudan\u00e7as foram mais marcantes em alguns lugares que em outros. Onde uma vez a Terra tinha sido rica em ouro, prata e pedras preciosas, foram vistas as duras marcas da maldi\u00e7\u00e3o. E sobre pa\u00edses que n\u00e3o foram habitados, e aqueles que n\u00e3o tinham cometido crime algum, a maldi\u00e7\u00e3o foi menor.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca, imensas florestas foram enterradas. Estas foram, desde ent\u00e3o, transformadas em carv\u00e3o, for mando as extensas camadas carbon\u00edferas que existem hoje, e tamb\u00e9m fornecendo grandes quantidades de \u00f3leo. <strong>PP, p\u00e1gs. 107-108.<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Outras Declara\u00e7\u00f5es sobre o Dil\u00favio <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Como os Antediluvianos Reagiram <\/strong><strong>\u00e0<\/strong> <strong>Mensagem de No\u00e9 \u2014 <\/strong>Encontrei-me novamente fora de mim a contemplar o caso de No\u00e9, que com sua fam\u00edlia encontrou ref\u00fagio na arca. Ele teve f\u00e9 e obedeceu a Deus. A f\u00e9 conduziu-o a construir um abrigo contra a terr\u00edvel tempestade que Deus tinha lhe dito que viria sobre os habitantes pecadores do antigo mundo. No\u00e9 obedeceu a Deus implicitamente. Era uma pesada cruz para ele carregar pela f\u00e9 ao preparar a arca, construindo-a em terra seca. Mas ele concordou com tudo o que Deus lhe tinha ordenado. Ele n\u00e3o escolheu entre os preceitos e mandamentos de Deus quais lhe seriam agrad\u00e1veis para seu conforto e conveni\u00eancia presentes, rejeitando aqueles que exigiam desprendimento, aos quais se obedecesse fariam dele um disc\u00edpulo por prazer e um escarnecedor dos \u00edmpios. Esta escolha de No\u00e9 ser\u00e1 a de todos que tiverem f\u00e9 genu\u00edna. Assim que soube do desejo de Deus, ele o cumpriu. N\u00e3o consultou sua vontade, suas escolhas, mas embora obedecer signifique sacrif\u00edcio e perda de amigos, de prosperidade, do nome e da pr\u00f3pria vida, ele caminhou cuidadosa e conscientemente no caminho que Deus indicou.<\/p>\n<p>Foi atrav\u00e9s da combina\u00e7\u00e3o da f\u00e9 e obras consistentes que No\u00e9 condenou o mundo. N\u00e3o somente pregou a verdade presente apropriada para aquela \u00e9poca, mas viveu cada prega\u00e7\u00e3o. N\u00e3o tivesse ele levantado sua voz em advert\u00eancia, suas obras, seu car\u00e1ter santo entre os corruptos e incr\u00e9dulos seriam serm\u00f5es de censura para os descrentes e dissolutos daquela \u00e9poca. Revestia-se com paci\u00eancia e humildade semelhantes \u00e0s de Cristo sob insultos provo cantes, esc\u00e1rnios e goza\u00e7\u00f5es. Sua voz era frequentemente ouvida nas ora\u00e7\u00f5es a Deus, implorando Seu poder e aux\u00edlio para que pudesse cumprir Seus mandamentos. Esta era uma poderosa censura aos incr\u00e9dulos.<\/p>\n<p>Mas o tempo chegou quando o \u00faltimo apelo de No\u00e9 foi feito \u00e0 ra\u00e7a culpada. Ele deu-lhes mais uma vez o alerta da mensagem de advert\u00eancia e se refugiou na arca. Estendeu suas m\u00e3os em s\u00faplica com a voz cheia de compaix\u00e3o, com os l\u00e1bios tr\u00eamulos e olhos cheios de l\u00e1grimas, e lhes disse que sua obra estava feita, mas as altas e rudes zombarias e esc\u00e1rnios e insultos foram lan\u00e7ados com mais determina\u00e7\u00e3o sobre No\u00e9. \u201cEntusiasta, fan\u00e1tico, louco\u201d ca\u00eda sobre seus ouvidos. Despediu-se de todos e entraram ele e sua fam\u00edlia; Deus fechou a porta. Aquela porta que se fechou com No\u00e9 na arca, fechou-se para o mundo. Foi uma porta fechada no tempo de No\u00e9. E Deus fechou-o dentro da arca. Antes disso, Deus tinha aberto a porta pela qual os habitantes do antigo mundo poderiam encontrar ref\u00fagio se acreditassem na mensagem que lhes foi enviada por Deus. Mas, aquela porta estava agora fechada e nenhum homem poderia abri-la. O tempo da gra\u00e7a tinha acabado.<\/p>\n<p>A grande paci\u00eancia de Deus se esgotou e os n\u00fameros no livro de Deus tinham se acumulado, a ta\u00e7a da injusti\u00e7a estava cheia. A miseric\u00f3rdia cessara e a justi\u00e7a empunhou a espada da vingan\u00e7a. A porta encerrada significava esperan\u00e7a morta para o mundo; a \u00faltima advert\u00eancia rejeitada, a oportunidade de ouro passada para sempre. O \u00faltimo apelo foi feito pelo homem da justi\u00e7a, a paci\u00eancia de Deus se esgotou e qu\u00e3o terr\u00edvel agora \u00e9 a Sua ira.<\/p>\n<p>Os incr\u00e9dulos viram os animais, os p\u00e1ssaros e bestas de todas as esp\u00e9cies entrarem, por si mesmos, na arca. Era algo que n\u00e3o podiam explicar. Viram No\u00e9 e sua fam\u00edlia entrar, e uma premoni\u00e7\u00e3o de algo que n\u00e3o podiam compreender impressionou-lhes quando viram que a porta da arca fechou maravilhosamente, sem ajuda de m\u00e3os humanas.<\/p>\n<p>Em poucos dias, a chuva come\u00e7ou a cair. As \u00e1guas cobriram a superf\u00edcie da Terra, enquanto os habitantes deixavam os jardins onde havia lindas esculturas, as quais tinham sido feitas por sua sabedoria para a idolatria. Deixaram suas mans\u00f5es, as obras de ouro e os templos de pedras preciosas, chorando a perda da lux\u00faria. As \u00e1guas continuavam a subir mais e mais alto. Eles estavam cheios de remorso, mas n\u00e3o de arrependimento, cheios de \u00f3dio, e alguns com pesar, enquanto as condena\u00e7\u00f5es trazidas pelos serm\u00f5es de No\u00e9, ainda estavam vivas em suas mentes. As repreens\u00f5es de Deus contra suas pr\u00e1ticas martelavam em seus ouvidos, e foram compelidos a fugir de um lugar para outro, sempre buscando um lugar alto e seguro. O \u00faltimo ref\u00fagio \u00e9 alcan\u00e7ado. Olham ao redor e veem um mundo de \u00e1gua. Qu\u00e3o alegremente teriam agora recebido a voz que os convidou para encontrar ref\u00fagio na arca. Qu\u00e3o alegres teriam sido ao ouvir ora\u00e7\u00f5es oferecidas em seu favor pelo fiel No\u00e9 \u2014 ora\u00e7\u00f5es das quais tinham zombado e que os teria livrado daquele dia terr\u00edvel. A doce voz de miseric\u00f3rdia n\u00e3o mais \u00e9 ouvida. A porta est\u00e1 fechada. Mas No\u00e9 e sua fam\u00edlia est\u00e3o a salvo da tempestade na arca sob o cuidado protetor de Deus.<\/p>\n<p>Uma m\u00e3o divina guiou a arca em seguran\u00e7a em meio ao rugido dos trov\u00f5es e dos cortantes raios de luz, \u00e1rvores arrancadas foram emaranhadas no turbilh\u00e3o, nas \u00e1guas revoltosas. As ru\u00ednas dos pal\u00e1cios e dos templos foram lan\u00e7adas sobre as \u00e1guas, mas a arca estava segura. <strong>MS 17, 1885.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Belezas do Mundo Antediluviano Comparadas \u00e0s de Hoje \u2014 <\/strong>Se a adora\u00e7\u00e3o e devo\u00e7\u00e3o a Deus fossem t\u00e3o grandes quanto a devo\u00e7\u00e3o aos prazeres ego\u00edstas e acima da adora\u00e7\u00e3o das criaturas<strong> <\/strong>este (Copenhague, Dinamarca) seria o mais extraordin\u00e1rio lugar. Mas, enquanto observo estas maravilhas da natureza e da arte, veio-me \u00e0 lembran\u00e7a o belo \u00c9den, que era o lar de Ad\u00e3o. Sua propens\u00e3o \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o e a transgress\u00e3o da lei de Deus levaram-no a perder o maravilhoso \u00c9den.<\/p>\n<p>Oh, pecado! Como ele contamina e acaba com tudo! Os belos pomares e florestas, os ricos e variados cen\u00e1rios do mundo antes de ser inundado pelo dil\u00favio excediam em excel\u00eancia, mas foram manchados pelo pecado. Os homens transgrediram as leis de Deus, e o Senhor disse que os destruiria, porque os pensamentos e as imagina\u00e7\u00f5es do seu cora\u00e7\u00e3o, eram maus e muito maus continuamente. Afastaram Deus de seus pensamentos e toda a sua mente estava absorta em prazeres ego\u00edstas, satisfazendo seus pr\u00f3prios desejos e deixando o Deus do c\u00e9u longe de suas considera\u00e7\u00f5es. Eles corromperam seus caminhos diante de Deus e suas m\u00e1s obras macularam a beleza da Terra. Adoraram as coisas feitas por suas pr\u00f3prias m\u00e3os, e a viol\u00eancia e o crime tornaram-se quase universais, por isso, o Senhor purificou a Terra da polui\u00e7\u00e3o moral com o dil\u00favio. <strong>MS 25, 1885<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Os Antediluvianos Consideravam No\u00e9 um Fan\u00e1tico<\/strong> \u2014 No tempo do dil\u00favio, aproximadamente todos os habitantes da Terra pensavam estar certos e No\u00e9 errado. Alegaram saber mais que o servo fiel de Deus e fecharam seus ouvidos para as palavras da verdade, vindo sobre eles as trevas. Havia aqueles que como hoje, trocavam a verdade pela falsa ci\u00eancia. Chamavam No\u00e9 de fan\u00e1tico e explicavam ao povo que as declara\u00e7\u00f5es de No\u00e9, de que um dil\u00favio viria sobre a Terra, eram tolices, e que n\u00e3o havia sinal algum de que tal coisa aconteceria. A mensagem de Deus devia chegar a eles atrav\u00e9s de No\u00e9, mas riram e zombaram de suas palavras, dizendo: \u201cN\u00e3o est\u00e1 ele falando em par\u00e1bolas?\u201d Mas a descren\u00e7a deles n\u00e3o impediu o dil\u00favio, e ent\u00e3o finalmente beberam das \u00e1guas que cobriram a Terra. N\u00e3o queremos ser como eles &#8230; O mundo todo pereceu no dil\u00favio, apenas tr\u00eas pessoas se salvaram na destrui\u00e7\u00e3o de Sodoma, foram advertidos. N\u00e3o devemos seguir a maioria porque se o fizermos, n\u00e3o veremos o c\u00e9u. <strong>MS 43, 1886<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Enoque Andou com Deus em Meio \u00e0 Corrup\u00e7\u00e3o do Mundo Antediluviano<\/strong> \u2014 Sabemos que o Senhor sempre tem uma luz no mundo. No\u00e9, em sua \u00e9poca, foi a luz para a gera\u00e7\u00e3o perversa e maldosa e foi Deus quem lhe deu esta luz especial para anunciar ao mundo que um dil\u00favio viria sobre a Terra, por isso deviam refugiar-se na arca. Mas qu\u00e3o poucos ouviram a advert\u00eancia! Vejamos outro exemplo: Havia um homem chamado Enoque. Que b\u00ean\u00e7\u00e3o termos Enoque como modelo! \u00c9 declarado que ele andou com Deus trezentos anos. N\u00e3o obstante a corrup\u00e7\u00e3o ter sido t\u00e3o grande ao seu redor, ainda assim, andou com Deus e a sua luz brilhou naquela \u00e9poca degenerada. E, se Enoque andou com Deus naquele tempo em meio \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o, por que os homens e as mulheres de hoje n\u00e3o podem andar com Deus neste mundo?<\/p>\n<p><strong>A Popula\u00e7\u00e3o Antediluviana era Imensa \u2014 <\/strong>No\u00e9 cumpriu o desejo de Deus em levar a mensagem para um povo impenitente, amante dos prazeres corruptos \u2014 os habitantes do mundo de sua \u00e9poca. Somente oito pessoas da imensa popula\u00e7\u00e3o aceitaram a advert\u00eancia, procuram ref\u00fagio na arca e foram salvos. <strong>Carta 19b, 1874.<\/strong><\/p>\n<p>Da vasta popula\u00e7\u00e3o do mundo antediluviano, apenas oito pessoas foram salvas da grande destrui\u00e7\u00e3o. <strong>RH, 25 de set. de 1888.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rea\u00e7\u00e3o dos Antediluvianos frente ao Dil\u00favio \u2014 <\/strong>No final de sete dias as nuvens come\u00e7aram a ajuntar-se. Este era um novo sinal para as pessoas que nunca tinham visto nuvens. Antes desta \u00e9poca, nenhuma chuva havia ca\u00eddo; a Terra era molhada por uma n\u00e9voa. Grandes nuvens se juntaram, e logo a chuva come\u00e7ou a cair. As pessoas ainda tentavam pensar que isto n\u00e3o era motivo para se preocupar. Mas, logo pareceu como se as janelas do c\u00e9u tivessem sido abertas, porque a chuva ca\u00eda em torrentes. No in\u00edcio, a Terra absorvia a \u00e1gua da chuva, mas logo a \u00e1gua come\u00e7ou a subir, e dia ap\u00f3s dia ela subia mais e mais. Cada manh\u00e3, quando as pessoas viam que ainda chovia, entre olhavam-se em desespero, e a cada noite repetiam as palavras: \u201cAinda chove?\u201d. Assim foi manh\u00e3 e noite.<\/p>\n<p>Por quarenta dias e quarenta noites a chuva caiu. A \u00e1gua invadiu as casas for\u00e7ando as pessoas a buscarem ref\u00fagio nos templos, os quais haviam sido erigidos para suas ora\u00e7\u00f5es id\u00f3latras. Mas os templos foram destru\u00eddos. A crosta terrestre partiu-se e a \u00e1gua que se encontrava em suas entranhas jorrou. Grandes pedras eram arremessadas para o ar.<\/p>\n<p>Em todos os lugares podia-se ver as pessoas correndo em busca de ref\u00fagio. O tempo havia chegado, quando teriam sido t\u00e3o felizes se somente tivessem aceitado o convite para entrar na arca. Cheios de ang\u00fastia gritavam: \u201cOh, nos salvem!\u201d. Alguns gritavam bem alto para No\u00e9, suplicando para que os deixassem entrar na arca. Mas, em meio \u00e0 ventania da tempestade, suas vozes n\u00e3o podiam ser ouvidas. Alguns se agarraram \u00e0 arca at\u00e9 que foram arrastados por fortes ondas. Deus protegeu aqueles que acreditaram em Sua palavra e ningu\u00e9m mais poderia entrar.<\/p>\n<p>Pais com seus filhos ainda buscavam abrigo nos galhos mais altos das \u00e1rvores, mas logo que encontravam ref\u00fagio, o vento arremessava as \u00e1rvores juntamente com as pessoas nas espumosas e inquietas \u00e1guas. Animais e seres humanos aterrorizados escalavam as montanhas mais altas, mas eram varridos pela f\u00faria do dil\u00favio. <strong>ST, 10 de abril de 1901.<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Evid\u00eancias das Mudan\u00e7as Provocadas pelo Dil\u00favio<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Deus Preside sobre Toda a Terra<\/strong>&#8211; Em nossa viagem pelos Estados Unidos, observamos e captamos tudo o que era novo e interessante em cada cen\u00e1rio. Olhamos al\u00e9m das altas montanhas, grandiosas em sua beleza e majestade, com suas muralhas de rochas parecendo grandes castelos antigos. Estas montanhas nos falam da f\u00faria desoladora de Deus em defesa de Sua lei quebrada; foram arremessadas pelas convuls\u00f5es tempestuosas do dil\u00favio. S\u00e3o como ondas poderosas que \u00e0 voz de Deus, aquietam-se \u2014 ondas fortes, confiantes em sua arrogante for\u00e7a. Estas imensas montanhas pertencem a Deus. Ele preside sobre Suas s\u00f3lidas rochas. A riqueza de suas minas \u00e9 tamb\u00e9m Sua, e do mesmo modo s\u00e3o os profundos abismos da Terra. <strong>RH, 24 de fev. de 1885.<br \/>\nAs Rochas s\u00e3o Testemunhas da Destrui\u00e7\u00e3o do Mundo pela \u00c1gua \u2014 <\/strong>Quando nosso Criador formou o mundo para ser habitado pelo homem, suas forma\u00e7\u00f5es foram preparadas pelo Deus da Sabedoria para atender as necessidades f\u00edsicas e mentais do homem. O grande Arquiteto formou e moldou os cen\u00e1rios da natureza para que pudessem influenciar sobre o car\u00e1ter moral e intelectual do homem. Estes cen\u00e1rios devem ser como escolas de Deus para educar a mente e a moral e nele pode a mente ter um vasto campo para estudar a manifesta\u00e7\u00e3o das obras majestosas do Infinito.<br \/>\nAs rochas est\u00e3o entre as coisas preciosas da Terra, contendo tesouros de sabedoria e conhecimento. Nas rochas e montanhas est\u00e1 registrado o fato de que Deus destruiu o \u00edmpio da Terra atrav\u00e9s de um dil\u00favio e a superf\u00edcie partida da Terra revela, nas rochas gigantescas e nas elevadas montanhas, que o poder do Senhor fez isto por causa da iniquidade dos homens ao transgredirem Sua lei. Toda variada paisagem diante dos olhos, \u00e9 a obra do Deus da sabedoria, em cujas estupendas obras, os homens podem discernir que h\u00e1 um Deus vivo, cujo poder \u00e9 ilimitado. As Obras maravilhosas e majestosas s\u00e3o para lapidar a alma e suavizar a aspereza da natureza humana e ajud\u00e1-la a construir seu car\u00e1ter. <strong>MS 73, 1886.<br \/>\nJo\u00e3o, o Revelador, Encontrou em Patmos Evid\u00eancias do Dil\u00favio \u2014 <\/strong>O ap\u00f3stolo [Jo\u00e3o] testemunhou ao seu redor [na Ilha<strong> <\/strong>de Patmos] a evid\u00eancia do dil\u00favio que inundou a Terra porque os habitantes [do mundo antediluviano] aventuraram-se a transgredir a lei de Deus. As rochas trazidas dos grandes abismos e da Terra pelo romper das \u00e1guas, avivaram em sua mente, o terror do terr\u00edvel derramamento da ira de Deus. <strong>RH, 10 de mar. de 1881.<br \/>\nAs Rochas Aparentavam ser Muito Antigas \u2014 <\/strong>Rochas e mais rochas em toda parte [perto de Cheyenne, Wyoming] tinham a apar\u00eancia de serem muito antigas e se amontoam formando fortalezas como se fossem colocadas ali por m\u00e3os humanas. Neste momento vejo tamb\u00e9m rochas imensas de formas singulares feitas de areia e cascalho bruto. <strong>Carta 26, 1872.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Declara\u00e7\u00f5es de 1864 O In\u00edcio do Grande Dil\u00favio \u2014 Mas, ao oitavo dia o c\u00e9u escureceu. O ribombo do trov\u00e3o e o v\u00edvido resplendor dos rel\u00e2mpagos come\u00e7aram a terrificar os homens e animais. A chuva ca\u00eda das nuvens sobre eles. Isto era algo que nunca tinham visto, e seu cora\u00e7\u00e3o desmaiava de temor. 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