{"id":266,"date":"2010-10-28T18:25:44","date_gmt":"2010-10-28T18:25:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.evidencias.info"},"modified":"2013-11-26T13:03:11","modified_gmt":"2013-11-26T13:03:11","slug":"a-primeira-chuva-da-historia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/?page_id=266","title":{"rendered":"13. A Primeira Chuva da Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><strong>Uma N\u00e9voa Molhava a Terra Antes do Dil\u00favio \u2014 <\/strong>Depois de sete dias, come\u00e7ou a chover. Antes disso, n\u00e3o tinha havido chuva. Uma n\u00e9voa erguia-se para molhar a Terra, mas \u00e0 medida que a chuva come\u00e7ava a cair lentamente e ent\u00e3o ia aumentando, o povo come\u00e7ou a se perguntar, de onde vinha aquilo? E, finalmente, os c\u00e9us foram abertos e a chuva caiu torrencialmente, varrendo tudo que estava na superf\u00edcie da Terra. <strong>MS 32, 1886.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Escarnecedores Antediluvianos Ridicularizaram a Predi\u00e7\u00e3o de No\u00e9 \u2014 <\/strong>Escarnecedores apontavam para as coisas da natureza \u2014 a sucess\u00e3o invari\u00e1vel das esta\u00e7\u00f5es, o c\u00e9u azul que nunca havia derramado chuva, os campos verdejantes refrescados pelo brando orvalho da noite e exclamavam: \u201cFala ele par\u00e1bolas?\u201d Desdenhosamente declaravam ser o pregador da justi\u00e7a um rematado fan\u00e1tico; e continuavam mais avidamente na busca de prazeres, mais decididos em seus maus caminhos do que nunca dantes. Mas a incredulidade que alimentavam n\u00e3o impediu o acontecimento predito. <strong>GC, p\u00e1g. 338.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nenhuma Chuva Antes Do Dil\u00favio \u2014 <\/strong>A fam\u00edlia de No\u00e9 estava h\u00e1 sete dias na arca, antes que a chuva ca\u00edsse sobre a Terra &#8230; Foram dias de blasf\u00eamia e divertimento para a multid\u00e3o de incr\u00e9dulos. Conjeturavam que pelo fato de a profecia de No\u00e9 n\u00e3o ter se cumprido imediatamente ap\u00f3s a entrada na arca, ele estava enganado, pois para eles era imposs\u00edvel que o mundo fosse destru\u00eddo por uma inunda\u00e7\u00e3o. Antes disso, n\u00e3o tinha havido chuva sobre a Terra. Um vapor erguia-se das \u00e1guas, que Deus fazia voltar \u00e0 noite como orvalho, para reviver a vegeta\u00e7\u00e3o e lev\u00e1-la a florescer &#8230;<\/p>\n<p>Mas, ao oitavo dia o c\u00e9u escureceu. O ribombo do trov\u00e3o e o v\u00edvido resplendor dos rel\u00e2mpagos come\u00e7aram a terrificar os homens e animais. A chuva ca\u00eda das nuvens sobre eles. Isto era algo que nunca tinham visto, e seu cora\u00e7\u00e3o desmaiava de temor. A viol\u00eancia da tempestade aumentou at\u00e9 que a \u00e1gua parecia cair do c\u00e9u como poderosas cataratas. As margens dos rios se rompiam, e as \u00e1guas inundavam os vales. Os fundamentos do grande abismo tamb\u00e9m se partiram. Jatos de \u00e1gua irrompiam da Terra com for\u00e7a indescrit\u00edvel, arremessando pedras maci\u00e7as a muitos metros para o ar, que ao ca\u00edrem, sepultavam-se profundamente no solo. <strong>3SG, p\u00e1gs. 68-69 (1 SP, p\u00e1gs. 72-73), HR, p\u00e1g. 67.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Primeira Chuva \u2014 <\/strong>Mas, ao oitavo dia, nuvens negras se espalharam pelo c\u00e9u. Seguiram-se o murm\u00fario do trov\u00e3o e o lampejo do rel\u00e2mpago. Logo, grandes gotas de chuva come\u00e7aram a cair. O mundo nunca havia testemunhado coisa algum a semelhante a isto, e o cora\u00e7\u00e3o dos homens foi tocado pelo medo. Todos estavam secretamente indagando: \u201cSer\u00e1 que No\u00e9 tinha raz\u00e3o e que o mundo est\u00e1 condenado \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o?\u201d Cada vez mais negros se tornavam os c\u00e9us, e mais rapidamente vinha a chuva. Os animais estavam vagueando de um lado para outro no mais desenfreado terror, e seus gritos discordantes pareciam lamentar seu pr\u00f3prio destino e a sorte dos homens. Ent\u00e3o \u201c se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas do c\u00e9u se abriram\u201d. (G\u00ean. 7:11). A \u00e1gua parecia vir das nuvens em grandes cataratas. Os rios romperam os seus limites, e inundaram os vales. Jatos de \u00e1gua irrompiam da Terra, com for\u00e7a indescrit\u00edvel, arremessando pedras maci\u00e7as a muitos metros para o ar; e ao ca\u00edrem, sepultavam-se profundamente no solo. <strong>PP, p\u00e1g. 99.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rea\u00e7\u00e3o dos Antediluvianos \u00e0 Primeira Chuva \u2014 <\/strong>Ao t\u00e9rmino dos sete dias, nuvens come\u00e7aram a se juntar no c\u00e9u. Esta era uma vis\u00e3o nova porque as pessoas nunca haviam visto nuvens. At\u00e9 ent\u00e3o, nenhuma chuva tinha ca\u00eddo; a Terra era molhada por uma n\u00e9voa. Foram- se formando mais grossas nuvens e logo a chuva come\u00e7ou a cair. As pessoas ainda tentavam ignorar os acontecimentos, n\u00e3o os considerando alarmantes. Mas logo pareceu como se as janelas do c\u00e9u tivessem sido abertas, pois a chuva caia torrencialmente. Durante um tempo o solo absorveu a chuva, mas logo a \u00e1gua come\u00e7ou a subir, e a cada dia subia mais e mais alto. A cada manh\u00e3, quando as pessoas viam que ainda estava chovendo, entreolhavam-se em desespero, repetindo diariamente as palavras: \u201cAinda est\u00e1 chovendo!\u201d. As sim era, de manh\u00e3 e \u00e0 noite.<\/p>\n<p>Durante quarenta dias e quarenta noites a chuva caiu. A \u00e1gua entrou nas casas, expulsando as pessoas aos templos que tinham erigido para a sua adora\u00e7\u00e3o id\u00f3latra. Os templos eram tamb\u00e9m varridos. Os fundamentos do grande abismo se partiram. A \u00e1gua irrompia da Terra e pedras gigantes eram lan\u00e7adas pelo ar.<\/p>\n<p>Por toda parte viam-se pessoas fugindo \u00e0 procura de ref\u00fagio. A hora chegara, e eles poderiam estar felizes se tivessem aceitado o convite para entrar na arca. Cheios de ang\u00fastia, clamavam: \u201cOh, por favor, um lugar seguro!\u201d. Alguns gritavam para No\u00e9, implorando entra da na arca. Mas, em meio \u00e0s explos\u00f5es furiosas da tempestade, suas vozes n\u00e3o eram ouvidas. Alguns ficaram agarrados \u00e0 arca at\u00e9 que fossem lavados pelas fortes ondas. Deus havia fechado as portas com aqueles que acreditaram em Sua Palavra, e nenhum outro poderia entrar.<\/p>\n<p>Pais com seus filhos ainda buscavam abrigo nos galhos mais altos das \u00e1rvores, mas logo que encontravam ref\u00fagio, o vento arremessava as \u00e1rvores juntamente com as pessoas nas espumosas e inquietas \u00e1guas. Animais e seres humanos aterrorizados escalavam as montanhas mais altas, mas eram varridos pela f\u00faria do dil\u00favio. <strong>ST, 10 de abril de 1901.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma N\u00e9voa Molhava a Terra Antes do Dil\u00favio \u2014 Depois de sete dias, come\u00e7ou a chover. Antes disso, n\u00e3o tinha havido chuva. Uma n\u00e9voa erguia-se para molhar a Terra, mas \u00e0 medida que a chuva come\u00e7ava a cair lentamente e ent\u00e3o ia aumentando, o povo come\u00e7ou a se perguntar, de onde vinha aquilo? E, finalmente, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":224,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"no-sidebar.php","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-266","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/266","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=266"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/266\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":875,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/266\/revisions\/875"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/224"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.evidenciasonline.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=266"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}